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Correio Braziliense

Rosso promete a servidores da Saúde aumentar pagamentos de pecúnias

O candidato do PSD ao Palácio do Buriti se comprometeu a pagar a terceira parcela do reajuste ainda no primeiro semestre de 2019, caso eleito


postado em 10/09/2018 16:56 / atualizado em 10/09/2018 16:56

Rosso debate situação de empréstimos a servidores públicos(foto: Minervino Junior/CB/D.A. Press)
Rosso debate situação de empréstimos a servidores públicos (foto: Minervino Junior/CB/D.A. Press)
 
O candidato ao Governo do Distrito Federal Rogério Rosso (PSD) se reuniu com servidores da saúde do Distrito Federal na manhã desta segunda-feira (10/9). O deputado federal licenciado debateu a questão do reajuste salarial e pagamento das pecúnias para os aposentados, em falta há dois anos. O candidato assinou um termo de compromisso e disse aos servidores que vai triplicar o valor pago mensalmente para a quitação do débito, que já alcança, nas contas do GDF, R$ 500 milhões.
 
"O atual governo colocou um pagamento mensal de, se não me engano, R$ 5 milhões para as pecúnias, o que é insuficiente. Vamos pedir para que a Câmara Legislativa consigne no orçamento exatamente o triplo desse pagamento todo mês. É um cronograma que foi feito e a gente quer melhorar para que essa angústia dos aposentados seja reduzida", afirmou.
 
Rosso também falou em aumentar os prazos e diminuir os juros dos empréstimos consignados feitos a servidores públicos, assim como incentivar iniciativas de crédito para microempresários. Ele aproveitou a ocasião para reforçar a promessa de que vai pagar a terceira parcela do reajuste dos servidores (aprovado em 2013 e suspenso em 2015) até o fim do primeiro semestre de 2019. "O governo precisa cumprir com a sua palavra. Quando assina um contrato com o servidor, ele precisa cumprir. É o que a gente vai fazer, com responsabilidade”. 

O pessedista declarou ainda que espera fazer os pagamentos sem aumentar impostos. "Justificar que não tem caixa, ninguém acredita mais. Vamos fazer um pente fino em toda a administração para a gente reduzir despesas, aumentar a eficiência da receita sem aumentar tributo e aquecer a economia", afirmou. 
 
(foto: Minervino Junior/CB/D.A. Press)
(foto: Minervino Junior/CB/D.A. Press)

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