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Correio Braziliense

Acusado de matar mulher a facadas na frente da filha é denunciado

Ele responderá pelo homicídio quadruplamente qualificado da companheira Maria Regina de Araújo, 44, e pela tentativa de homicídio contra o filho da vítima, de 21 anos. Crime aconteceu no Itapoã


postado em 12/09/2018 19:41 / atualizado em 14/09/2018 16:38

Maria Regina foi morta dentro de casa, na frente da filha do casal(foto: Arquivo Pessoal)
Maria Regina foi morta dentro de casa, na frente da filha do casal (foto: Arquivo Pessoal)
Eduardo Gonçalves de Sousa, 34 anos, foi denunciado pelo homicídio quadruplamente qualificado da companheira Maria Regina de Araújo, 44, e pela tentativa de homicídio contra o filho da vítima, 21. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) enviou a denúncia á Justiça. Os crimes ocorreram em 26 de agosto, no Condomínio Fazendinha, no Itapoã, na frente da filha do casal, 7.

À época, Maria Regina tinha a intenção de se separar de Eduardo, que não aceitava o fim do relacionamento. O assassinato ocorreu após um almoço entre amigos e familiares. Após a confraternização, a mulher colocou um colchão no chão para o homem dormir. Ele se irritou com a atitude.
 
Eduardo Gonçalves de Sousa não aceitava o fim do relacionamento com Maria(foto: Arquivo Pessoal)
Eduardo Gonçalves de Sousa não aceitava o fim do relacionamento com Maria (foto: Arquivo Pessoal)
Ele levou alguns convidados para casa e, ao voltar e ver Maria ao telefone, aproveitou o momento para atacá-la. Tapou a boca dela e desferiu as 30 facadas. Ela morreu na hora. O homem fugiu a pé e descalço, com a faca do crime na mão.
 
Maria já havia sido ameaçada pelo marido dias antes de ser assassinada. Inclusive, Eduardo mandou fotos de caixões para amigas próximas da vítima, pois acreditava que elas a incentivavam a pedir a separação. Temendo pela própria vida, a mulher pediu uma medida protetiva à Justiça. Em 16 de agosto, teve o pedido negado.
 
Em 30 de agosto, Eduardo se entregou na Delegacia de Polícia Especializada (DPE), no Complexo da Polícia Civil (Parque da Cidade). Ele foi acompanhado de uma advogada. O MPDFT decretou a prisão temporária do acusado. Se condenado pelos crimes, pode pegar até 50 anos de reclusão.

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