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Correio Braziliense

Roupas e sapatos pirateados são apreendidos na Feira dos Importados

Segundo a Polícia Civil, as mercadorias ilegais chegam a custar um terço a menos do que as peças originais


postado em 13/09/2018 17:31 / atualizado em 13/09/2018 17:31

Produtos foram apreendidos em 10 bancas de um único proprietário(foto: PCDF/Divulgação )
Produtos foram apreendidos em 10 bancas de um único proprietário (foto: PCDF/Divulgação )
Agentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreenderam dois caminhões de roupas e calçados com violação de direito de marca em 10 bancas de um único proprietário, nesta quinta-feira (13/9), na Feira dos Importados. 

No local, também foram encontrados documentos que comprovam a movimentação financeira dos estabelecimentos, dinheiro e cheque. As investigac%u0327o%u0303es tiveram ini%u0301cio depois que representantes das marcas de roupas e sapatos afetadas denunciaram a comercialização ilegal de produtos contrafeitos em diversas bancas da feira.

Para o delegado Marcelo Portela Nunes, a conscientização da população é fundamental. “Os produtos pirateados chegam a custar um terço do valor de mercadorias originais, porque a qualidade é inferior e não há o recolhimento de impostos. Isso interfere nos serviços públicos e gera um comércio desleal”, alerta. Ele afirma também que esse tipo de operação acontece com muita frequência.

O suspeito responderá por violação do direito de marca e pode ser condenado a pena de até 1 ano de prisão, além de ter toda a mercadoria apreendida. 

A operação, batizada de Sétimo, contou com cerca de 50 policiais civis da Coordenac%u0327a%u0303o de Repressa%u0303o aos Crimes Contra o Consumidor, à Propriedade Imaterial e a Fraudes e da Divisão de Operações Especais da PCDF. O nome da operac%u0327a%u0303o faz alusa%u0303o à vaidade, um dos sete pecados capitais.

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