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Correio Braziliense

Militar do exército dirige embriagado, sem carteira e provoca acidente

Homem de 25 anos estava com CNH cassada e tinha passagem por embriaguez ao volante, mas dirigia quando provocou a batida. Sinais de embriaguez foram confirmados pelo teste do bafômetro


postado em 14/09/2018 13:06 / atualizado em 14/09/2018 13:33

(foto: Maurenilson Freire/CB/D.A Press)
(foto: Maurenilson Freire/CB/D.A Press)

Um sargento do exército de 25 anos dirigia embriagado e com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) cassada quando causou um acidente na DF-459, KM 01, sentido Ceilândia-Samambaia. O caso ocorreu na madrugada desta sexta-feira (14/9), à meia-noite, quando faltou gasolina no carro do militar e ele abandonou o veículo na faixa da esquerda, sem sinalizar. Um motorista tentou desviar do Peugeot/307 do homem e acabou se chocando com um caminhão que passava pelo local.

Oliveira Lima, 1º sargento das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM), relatou o acontecido: "O acusado parou bem na subida daquela nova via que liga Ceilândia a Samambaia, no escuro, com o carro preto. Nisso, o condutor do outro veículo não conseguiu desviar a tempo e colidiu com um caminhão de lixo. Como o jovem tinha ido comprar gasolina, não estava lá na hora, mas aí ele voltou a começou uma discussão entre os dois envolvidos".

Nessa hora, uma viatura ROTAM passava pela pista e foi acionada, verificando sinais de embriaguez no jovem. Foi realizado o teste do bafômetro nos dois motoristas e o consumo de álcool foi comprovado no militar, apontando um índice de 0,80 miligrama de álcool por litro de ar, acima dos 0,3 permitido. Ele foi detido e encaminhado para a 26° Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), onde foi preso em flagrante, mas vai responder em liberdade por ter tido a fiança paga.

Segundo Oliveira, o militar já tinha passagem por embriaguez ao volante, quando se envolveu em um acidente com um motociclista no ano passado. A família foi informada da detenção, e o carro, um Peugeot/307, foi entregue a sua mãe. Em contato com a Divisão de Relações com a Mídia do Quartel-General do Exército (QGEx), os militares disseram que vão "aguardar a apuração dos fatos e a decisão da justiça para tomar providências".


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