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Correio Braziliense

Candidato ao GDF, Alberto Fraga defende rever desocupação da orla do Lago

Entre os temas tratados na entrevista ao programa CB.Poder, ele disse que vai rever cumprir a desobstrução de 5m do espelho d'água, conforme prevê o Código Florestal


postado em 19/09/2018 14:39 / atualizado em 19/09/2018 16:33

Candidato ao Palácio do Buriti, Alberto Fraga (DEM) defendeu temas polêmicos, como posse de arma a cidadãos(foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press)
Candidato ao Palácio do Buriti, Alberto Fraga (DEM) defendeu temas polêmicos, como posse de arma a cidadãos (foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press)
Candidato a governador do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM) defendeu nesta quarta-feira (19/9), em entrevista ao programa CB.Poder — parceria do Correio com a TV Brasília —, o uso de arma pelos cidadãos brasileiros, prometeu reforçar atendimentos médicos em postos e centros de saúde, além de aprimorar o projeto saúde em casa. Ele também garantiu que vai rever a desocupação da orla do Lago para cumprir a desobstrução de 5m do espelho d’água, conforme prevê o Código Florestal.
Como bandeira de campanha, Fraga frisou que vai acabar com a Agência de Fiscalização do DF (Agefis) e alocar os fiscais em administrações regionais. “Vamos descentralizar o órgão para as cidades satélites. Hoje em dia não existe um local de controle de atuação desses servidores públicos”, alegou.
O candidato também defendeu que a escolha do administrador regional seja definida pelo governador, mas com uma lista tríplice elaborada pela população. “Vamos aumentar a dotação orçamentária das administrações com verbas destinadas a fazer pequenas obras, como conserto de calçadas e paradas de ônibus”, ressaltou.
Ele ainda defendeu uma revalidação do passe-livre estudantil. “Quando implantamos, o benefício era para o estudante da rede pública, pois havia uma evasão nas escolas, porque os pais não tinham dinheiro para custear o deslocamento do filho. Temos de definir prioridades e, ao meu ver, o benefício ao idoso, às pessoas com deficiência e aos alunos da rede pública deve existir”, frisou. “O escopo do passe livre é ajudar com uma renda indireta famílias carentes. Uma família que paga R$ 2 mil de escola para o filho precisa do benefício?”, questionou.

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