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Correio Braziliense

"Tinha a saúde de um touro", diz amigo de rapaz que morreu em prova da PM

Leonardo da Silva teve uma parada cardíaca durante a etapa de aptidão física do concurso da PM e não resistiu


postado em 20/09/2018 18:35

Leonardo da Silva Oliveira fazia a etapa de aptidão física do concurso da PM e teve uma parada cardíaca(foto: Reprodução)
Leonardo da Silva Oliveira fazia a etapa de aptidão física do concurso da PM e teve uma parada cardíaca (foto: Reprodução)
 
Familiares e amigos de Leonardo da Silva Oliveira , 31 anos, estão inconformados com a morte do rapaz. Ele teve um ataque cardíaco durante o Teste de Aptidão Física (TAF) da Policial Militar do Distrito Federal (PMDF), no Sesi de Taguatinga, na tarde de quarta-feira (19/9), foi levado ao o Hospital Regional de Taguatinga, mas não resistiu. 

O rapaz via na Polícia Militar uma chance de começara a construir uma carreira profissional e já tinha planos para se casar com a namorada, a estudante Lyne Ribeiro, 27. “O Leo é a melhor pessoa que eu já conheci na vida. Íamos morar juntos ano que vem, estávamos fazendo o preparação do casamento já. O Leo era apaixonado pela família, pela vida, nunca vi ele acordar de mal e todo dia ele rezava agradecendo pelo que tinha”, lamentou a jovem. 

Assim como os amigos e demais familiares, Lyne não consegue acreditar na morte de Leonardo, principalmente porque ele tinha uma rotina de exercícios e alimentação balanceada. “Ele era bem corretinho, não sei se ele usou algum suplemento, mas até a alimentação era com base na dieta que a nutricionista passou para ele. Então não sei o que aconteceu, estou tentando buscar explicações, mas é complicado”, disse Lyna. 

Quem conhecia o rapaz garante que ele era uma pessoa ativa. Também não tinha histórico de doenças cardíacas. O edital do próprio concurso também exigia atestado médico informando a aptidão para realizar, sem qualquer restrição, os exercícios exigidos.“Ele nunca havia reclamado de nenhum tipo de problema de saúde, fazia academia, pulava de paraquedas, jogava bola... tinha uma saúde de touro”, contou o amigo de infância Paulo Alves Sá. 

Para o amigo, o que fica agora é a lembrança de uma pessoa alegre e parceira. “Ele era amoroso com a família, nunca abandonou suas origens e amigos, um menino de ouro. Gostava de viajar, de realizar metas com sua namorada, de viver o agora". 

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