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Correio Braziliense

Motorista fura blitz, atinge agente de trânsito e cinco carros e é preso

O Instituto Médico Legal (IML) da Polícia Civil constatou que o motorista estava embriagado. Condutor trabalha como repórter no programa Balanço Geral, da TV Record, e é conhecido pelo apelido de Tatuzinho.


postado em 23/09/2018 11:47 / atualizado em 24/09/2018 15:05

Duas pessoas ficaram feridas após o acidente(foto: Reprodução)
Duas pessoas ficaram feridas após o acidente (foto: Reprodução)
Uma blitz de fiscalização da Lei Seca do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) quase terminou em tragédia na madrugada de domingo (23/9). Um motorista, em alta velocidade, furou o bloqueio, capotou, atingiu um agente de trânsito e bateu em cinco carros. O condutor, Paulo Vitor Gomes dos Santos, 33 anos, causou o acidente, na Epia Sul, perto do ParkShopping, sentido Cruzeiro. Paulo trabalha como repórter no programa Balanço Geral, da TV Record, e é conhecido pelo apelido de Tatuzinho.

Ele foi encontrado desacordado dentro do veículo. De acordo com o Corpo de Bombeiros, quando acordou, o condutor apresentava "nítidos sinais de embriaguez" e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Ele se queixou de dores no tórax, estava com escoriações e precisou ser encaminhado ao Hospital de Base. O agente de trânsito Mauro Pereira Bento, 50 anos, foi arrastado e acabou embaixo do veículo.

O servidor apresentou diversas escoriações, além de dormência na perna esquerda. Também precisou ser encaminhado ao hospital, onde recebeu os primeiros socorros e foi liberado. Michel Rosa Pereira dos Santos, 33 anos, passageiro de um dos veículos abordados na fiscalização, sofreu ferimentos na perna direita. Após receber atendimento no hospital, Paulo foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) e, posteriormente, ao Instituto de Medicina Legal (IML).

Depois de ser submetido a exame, peritos constataram que ele teria ingerido bebida alcoólica. Ainda segundo a Polícia Civil, o autuado preferiu não comentar o caso e escolheu permanecer em silêncio.  Até o fechamento desta reportagem, ele permanecia preso. O Correio não localizou a defesa de Paulo Vitor.
 
 

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