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Correio Braziliense

João Pedro Ferraz (PPL), candidato ao Senado,comenta falhas na Previdência

Candidato do PPL é favorável a uma auditória internacional independente que %u201Ctrouxesse luz ao povo%u201D sobre a reforma


postado em 24/09/2018 21:23 / atualizado em 24/09/2018 21:41

Candidato se posicionou contrário a redução da maioridade penal (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Candidato se posicionou contrário a redução da maioridade penal (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
 
O advogado João Pedro Ferraz (PPL) foi um dos sabatinados desta segunda-feira (24/9) na série de entrevistas que o Correio Braziliense realiza com os candidatos ao Senado pelo Distrito Federal. Após passar pelo Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro e pela Procuradoria Geral do Ministério Público do Trabalho, o advogado se classifica como uma nova via em um momento de “falta de credibilidade na classe política”. 

 O candidato afirma que terá como um dos primeiros trabalhos atuar em uma revisão radical a reforma trabalhista que impos “grande prejuízo aos empresários e não teve debate necessário”. “A reforma trabalhista seria para resolver questões de emprego, mas vimos ela se aprofundar”, pontuou. Sobre a previdência, o advogado afirmou que falta transparência. “Na previdência temos contribuição do estado, do empregador e do contribuinte. Porém, temos grupos que jamais contribuíram. A previdência é um encargo da sociedade, e a sociedade tem que assumir esse encargo”. 

João Pedro Ferraz explica que para resolver o problema da falta de transparência é preciso uma auditoria independente. “Algo que trouxesse uma luz ao povo e chegasse à conclusão de se a previdência precisa de uma reforma para não sucumbir. Não se pode fazer uma reforma em cima de dúvidas”, garante. 

Sobre a segurança pública, o advogado se colocou como contrário a diminuição da maioridade penal. “Não é o caminho para combater a criminalidade, veja a situação dos nossos presídios. Vamos colocar mais uma remessa de menores neles?”. Em relação a projetos que pretendem facilitar o acesso da sociedade a armas, o advogado se colocou também é contrário, destacando que diversos policiais, que passam por treinamento, acabam morrendo mesmo tendo armas para se defender. “A solução não é armar a população, a solução é armar a polícia e ter gestão”. 

Confira a entrevista na íntegra: 
 
 

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