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Correio Braziliense

Fim de semana será de calor, mas com grande chance de chuvas

Mês de outubro é, historicamente, o mais quente do ano, e a previsão é de que as chuvas só venham com mais frequência a partir da segunda quinzena


postado em 06/10/2018 13:20 / atualizado em 06/10/2018 14:55

Máxima está prevista para 33 ºC e umidade deve variar entre 30% e 90%(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Máxima está prevista para 33 ºC e umidade deve variar entre 30% e 90% (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Apesar do calorão que continua assolando o Distrito Federal, o fim de semana pode registrar pancadas chuva e trovoadas, tanto no sábado quanto no domingo. As ocorrências, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), devem ser registradas em áreas isoladas.

 

Na madrugada deste sábado (6/10), houve registros nas regiões do Guará, Águas Claras, Cruzeiro e Planaltina. Porém, mesmo com a umidade mais alta – variando neste sábado entre 90% e 30% – o calor ainda vai castigar os brasilienses. A máxima para o dia pode chegar a 33ºC, enquanto a mínima, registrada na madrugada, foi de 17ºC.

 

Segundo o meteorologista Mamedes Luiz Mello, outubro costuma ser o mês que registra as maiores temperaturas no ano. "Qualquer abertura de sol e podemos ver registros de mais de 30ºC", observou. A média de chuvas para o mês é de 159,8 mm³, mas ele explica que as precipitações só devem vir com maior intensidde após o dia 15. Até lá, o DF deve ter apenas pancadas em áreas isoladas.

 

A previsão é de que chova no fim da tarde deste sábado e com mais intensidade na madrugada de domingo. "Até o início das eleições, às 8h da manhã, deve chover", avalia Mamedes. Por isso, é recomendável que o eleitor leve um guarda-chuva para o local de votação.

 

Calorão

No fim de semana passado, o Inmet registrou a maior temperatura de 2018 no Distrito Federal, quando os termômetros atingiram 35,7ºC. Além disso, a umidade relativa do ar ficou abaixo de 20% e por esse motivo, o Instituto emitiu um alerta laranja à população, quando há maior risco de incêndios florestais, além de problemas de saúde, como ressecamento da pele.

 

No ano passado, o recorde de calor ficou em 37,3 ºC, marcados em outubro, e em 2015, no mesmo período do ano, os brasilienses aguentaram 36,4 ºC.

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