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Correio Braziliense

No Paranoá, eleitores enfrentam poucas filas e clima na cidade é tranquilo

A maioria das pessoas que estavam na fila para exercer o voto diz que acredita no poder do brasileiro na luta por mudanças para Brasília e para o país


postado em 07/10/2018 15:51 / atualizado em 07/10/2018 15:52

A cozinheira Ariadne do nascimento foi votar acompanhada das filhas Maria Beatriz e Emily Bianca (foto: Juliana Andrade/Esp. CB)
A cozinheira Ariadne do nascimento foi votar acompanhada das filhas Maria Beatriz e Emily Bianca (foto: Juliana Andrade/Esp. CB)


No Paranoá, a quantidade de santinhos espalhados pelas ruas e na porta das instituições chama atenção de quem passa, neste domingo (7/10). No lado de dentro de cada escola, o clima era mais calmo. A cozinheira Ariadne do Nascimento, 22 anos, estava no Centro de Ensino Fundamental 3. Acompanhada das duas filhas, Maria Beatriz, 1, e Emily Bianca, 3, ela foi do Itapoã exercer o dever de cidadão. "Espero que as coisas mudem, que não fiquem só nas propostas. Ouço muita conversa, muita competição, mas pouca solução", lamenta. 
 
 

O vigilante Leonardo Basilia, 31, morador do Paranoá, também não deixou de exercer o seu poder de voto. Abraçado a uma bandeira do Brasil, marcou presença na Escola Classe 01, no Paranoá. Apesar da atual situação política no país, ele garante que continua acreditando na democracia. "Eu vim lutar pela democracia. Espero que quem entre garanta isso", disse, esperançoso. 

A estudante Brenda Carolina Oliveira, 22, também diz que espera uma boa gestão dos novos governantes. A jovem esteve no Centro de Ensino Médio 01 com uma colinha pronta, confiante de que fez boas escolhas. "Estudei sobre quem eu votei, se eles tinham algum processo nas costas e quais os projetos que eles já apresentaram", garante.

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