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Correio Braziliense

Acidente em balão que dá acesso à 702 Norte deixa motorista ferida

Honda Fit colidiu na lateral de um Fiat Pálio. A motorista do segundo carro sofreu uma lesão no pescoço e foi levada para o Hospital de Base


postado em 09/10/2018 16:46 / atualizado em 09/10/2018 16:46

Jovem de 25 anos foi retirada do veículo pelos bombeiros por causa de lesão no pescoço(foto: CBMDF/Divulgação)
Jovem de 25 anos foi retirada do veículo pelos bombeiros por causa de lesão no pescoço (foto: CBMDF/Divulgação)

Dois veículos se envolveram em um acidente no início da tarde desta terça-feira (9/10), no balão que dá acesso à Quadra 702 Norte. Um Honda Fit, conduzido por Elsa Caterina Mazoero Campos, 68 anos, colidiu na lateral de um Fiat Pálio, dirigido por Stefannye Moreira Cavalcante Mariano, 25, que sofreu uma lesão no pescoço e foi levada para o Hospital de Base.

Duas viaturas do Corpo de Bombeiros, uma ambulância e uma viatura da Polícia Militar (PMDF) atenderam à ocorrência. Os bombeiros precisaram estabilizar o veículo de Stefannye para retirá-la sem riscos de agravar a lesão cervical. O Batalhão de Trânsito da PMDF rondava a região e chegou pouco após a colisão.

Responsável pela ocorrência, o sargento Silvério afirma que a região registra recorrentes acidentes. "Os moradores desta área me informam que sempre tem uma ocorrência por aqui. Eu já fiz o atendimento de pelo menos outros dois acidentes neste mesmo local."

(foto: CBMDF/Divulgação)
(foto: CBMDF/Divulgação)

Os familiares aguardavam a chegada da perícia ao local do acidente. Daniel Martins, 26, irmão de Stefannye, diz que a irmã ligou para a família logo após a colisão. “Nós moramos aqui perto, ela ligou falando que tinha sofrido um acidente e pediu que viéssemos aqui para ajudá-la. Ela estava bem, foi levada ao hospital, porque machucou o pescoço", disse.

A filha da condutora do Honda, Sídia Mendes, 44, conta que a mãe não se feriu e ligou para ela, pedindo ajuda. “Eu estava levando meus filhos na escola quando minha mãe me ligou. Ela pediu para eu vir até aqui, porque tinha se acidentado, mas não aconteceu nada grave."

Elsa contou que a condutora do outro carro estava na mão dela, mas um terceiro veículo passou. "A menina ficou no meu ponto cego, acabei acertando o meio do carro dela. Essa região deveria ter um semáforo, evitaria muitos acidentes como este", sugere a condutora.

* Estagiária sob supervisão de Mariana Niederauer 

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