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Correio Braziliense

Em campanha, Ibaneis garante reajuste de 37% a policiais militares e civis

De acordo com o candidato, ele abrirá um novo concurso para a PM no primeiro mês de governo


postado em 13/10/2018 10:54 / atualizado em 13/10/2018 11:45

Ibaneis Rocha (MDB) garante que há orçamento suficiente para conceder reajuste salarial às forças de segurança da capital(foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)
Ibaneis Rocha (MDB) garante que há orçamento suficiente para conceder reajuste salarial às forças de segurança da capital (foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)
 
Na corrida pela chefia do Palácio do Buriti, Ibaneis Rocha (MDB) se reuniu com representantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros na manhã deste sábado (13/10). Durante o encontro, ele garantiu a paridade salarial da Polícia Civil e garantiu que os militares teriam aumento proporcional ao dos agentes, ou seja, acréscimo de 37% na remuneração. 

O emedebista garante que há orçamento disponível para realizar os aumentos. “Já está tudo calculado. Se for necessário, usaremos recursos do Distrito Federal para manter as forças de segurança”, prometeu. 

Além dos reajustes salariais, o advogado afirmou que faria um plano de carreira para os militares. “Eles não podem ficar esperando a aposentadoria de uns para conseguir ascender na corporação”, frisou. De acordo com Ibaneis, ele abrirá um novo concurso para a PM no primeiro mês de governo. 

O candidato também disse irá construir novos batalhões de polícia em regiões como Sol Nascente e Samambaia. “Vamos andar de mãos dadas com as forças de segurança”, disse. O concorrente ao cargo de governador, também prometeu que faria obras aos militares. 

Ao discursar, Ibaneis também atacou o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollembeg (PSB), que concorre a reeleição. “Vocês experimentaram quatro anos de dificuldades e promessas. Se ele (Rollemberg) não fez nada nesse mandato, não vai fazer novamente. Ele é contra os policiais”, alfinetou. 


Corrida presidencial 


Questionado sobre o apoio presidencial, o candidato afirmou que não apoiaria nenhum dos candidatos até conversar com os presidenciáveis, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), que disputam o segundo turno das eleições de 2018. 

“Eu preciso saber quais são as propostas desses candidatos ao Distrito Federal”, afirmou. Ele ainda ressaltou que a maioria dos eleitores dele votam no Bolsonaro, mas que prefere ainda não declarar apoio.

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