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Correio Braziliense

Polícia Militar apreende pés de maconha em área de cerrado de Planaltina

Militares chegaram até o local após denúncia de duas mulheres que descobriram a droga enquanto colhiam pequis


postado em 08/11/2018 20:31 / atualizado em 09/11/2018 15:06

Segundo a PM, pelo tamanho, é possível afirmar que os pés de maconha eram cultivados havia bastante tempo(foto: Divulgação/PM)
Segundo a PM, pelo tamanho, é possível afirmar que os pés de maconha eram cultivados havia bastante tempo (foto: Divulgação/PM)
Policiais militares apreenderam cinco pés de maconha em uma área de cerrado em Planaltina, nesta quinta-feira (8/11). As plantas foram encontradas após denúncia de pessoas que passaram pelo local e avistaram as plantas. 
 
Duas mulheres caminhavam pela região quando avistaram as mudas e acionaram a PM, como explica o sargento Paulo Martinz. "Elas estavam indo colher pequi na região, quando passaram pela plantação. Para nos auxiliar, nos mandaram a localização exata de onde estava a maconha". 
 
Os militares se deslocaram até o local e encontraram a droga. Próximo aos pés, havia garrafas PET, possivelmente usadas para irrigar as plantas (veja vídeo). Ninguém estava no local no momento da apreensão. 
 
 
 
Os militares levaram os pés de maconha para a 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina), onde o boletim de ocorrência foi registrado. "As mudas estavam bem escondidas. Pelo tamanho das plantas, também podemos delimitar que alguém cuidava dos pés faz um bom tempo", opina o sargento Martinz. 

O local onde as plantas foram encontradas fica a cerca de 1km do câmpus da Universidade de Brasília (UnB) em Planaltina, mas a polícia não estabeleceu nenhuma relação da droga com a presença da universidade na região.

Em nota, a direção da Faculdade UnB Planaltina (FUP) ressaltou que a operação policial não ocorreu na área da instituição. "A área total do câmpus tem, aproximadamente, 29 hectares e é contígua ao Parque Ecológico Sucupira, local da apreensão. Não há, até o momento, informações que indiquem uma relação dessa ocorrência com a comunidade acadêmica", afirma o texto.

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