Publicidade

Correio Braziliense

Estagiários de tribunais do DF são presos acusados de tráfico

Essa é a quarta fase da Operação Theya, que mira jovens envolvidos com o tráfico no Distrito Federal


postado em 29/11/2018 10:16 / atualizado em 29/11/2018 10:34

Os investigadores apreenderam LSD e porções de maconha(foto: PCDF/Divulgação)
Os investigadores apreenderam LSD e porções de maconha (foto: PCDF/Divulgação)
Agentes da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) prenderam grupo acusado de tráfico de drogas sofisticadas. No total, seis pessoas foram detidas, dois deles estagiários de tribunais de Brasília. Os outros suspeitos são jovens com idade entre 18 e 23 anos, todos estudantes universitários. Essa é a quarta fase da Operação Theya, da Polícia Civil do Distrito Federal.  

De acordo com investigação, os acusados vendiam os entorpecentes em redes sociais. A operação começou na terça-feira (27/11), quando os agentes cumpriram seis mandados de busca e apreensão, que resultou na prisão de quatro pessoas, duas por tráfico e duas por posse para consumo.  

Nesta quinta-feira (29/11), os investigadores cumpriram mais três mandados de busca e apreensão, e encontraram mais dois suspeitos: os estagiários dos tribunais de Brasília. A ação policial ocorreu em Sobradinho I e II, Guará, Jardim Botânico, São Sebastião, Asa Norte, Santa Maria e Samambaia.  

Durante os três dias de operação, os policiais conseguiram apreender porções de maconha e comprimidos de LSD. As drogas vendidas pelos suspeitos eram mais caras, consideradas “gourmet”. Esse tipo de entorpecente, de acordo com a Polícia Civil, tem o efeito potencializado e maior poder viciante.  

Operação Theya 

Desde o início do ano, a Polícia Civil monitora o tráfico de drogas realizados por jovens brasilienses. Em maio deste ano, apenas a segunda fase da Operação Theya resultou na prisão de 17 traficantes em 11 regiões administrativas. Os criminosos, com idades entre 18 e 23 anos, comercializavam os entorpecentes por redes sociais, como Facebook, Instagram e WahsApp. À época, o delegado à frente do caso, Ataliba Neto, explicou que os jovens compravam os entorpecentes para uso próprio e vendiam uma parte para obter lucro.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade