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Correio Braziliense

Defesa Civil vistoria muro que caiu e matou homem no Jardins Mangueiral

O acidente aconteceu na noite dessa quinta-feira, quando Alex Luís Hermes da Costa, 48 anos, estava demolindo a parede


postado em 18/01/2019 11:42 / atualizado em 18/01/2019 18:41

A equipe da Defesa Civil compareceu à residência da vítima na manhã desta sexta-feira (18/1). Eles constataram que a obra não apresenta mais riscos de queda(foto: Ana Rayssa//Esp. CB/D.A Press)
A equipe da Defesa Civil compareceu à residência da vítima na manhã desta sexta-feira (18/1). Eles constataram que a obra não apresenta mais riscos de queda (foto: Ana Rayssa//Esp. CB/D.A Press)
A Defesa Civil realizou vistoria no muro que caiu e matou um homem no Jardins Mangueiral. O acidente aconteceu na noite dessa quinta-feira (17/1), quando Alex Luís Hermes da Costa, 48 anos, estava demolindo a parede, na varanda dos fundos da casa em que vivia, e os blocos caíram sobre ele.

A equipe da Defesa Civil compareceu à residência da vítima na manhã desta sexta-feira (18/1). Eles constataram que a obra não apresenta mais riscos de queda e emitiram uma notificação para que uma equipe especializada compareça ao local para terminar a remoção da estrutura. “O muro pesava cerca de 150kg por metro quadrado. A demolição foi feita de forma errada. O ideal é que se comece de cima para baixo, mas a vítima começou pelo meio”, afirmou o gerente de Fiscalização e Vistorias do órgão, Luiz Antônio Alves de Souza.

Luiz ainda ressalta que esse tipo de procedimento não pode ser feito sem avaliações prévias. “Após esse acidente, fica a orientação de que toda obra deve ser feita com apoio técnico, para evitar que esse tipo de coisa aconteça”, orienta. A reportagem tentou conversar com o síndico do condomínio, mas não obteve retorno até a mais recente atualização desta reportagem.

Socorro

Alex ainda foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos. Os militares mobilizaram três viaturas e um helicóptero para levar os 20 profissionais até a Quadra 4 da região. Ao chegar ao local, a vítima já estava sem sinais vitais. No primeiro atendimento, foi constatado que a ela tinha traumatismo cranioencefálico e fraturas nas pernas.

Os militares tentaram reanimar Alex durante 50 minutos, realizando manobras de reanimação cardiopulmonar, mas não tiveram sucesso.

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