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Correio Braziliense

GDF entrega 63 micro-ônibus para atender Planaltina, Sobradinho e Plano

Os veículos contam com tecnologia de GPS, o que possibilitará o uso de aplicativos para que a população monitores horários, rotas e tempo de chegada dos ônibus.


postado em 22/01/2019 06:00

(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

Em evento em Planaltina, o GDF entregou nesta segunda-feira (21/1) 63 micro-ônibus. Os veículos vão substituir outros mais antigos em Planaltina, Sobradinho e no Plano Piloto. Com eles, a intenção é criar linhas de integração dentro das regiões administrativas, com outros maiores que sigam para distâncias mais longas. Os veículos contam com tecnologia de GPS, o que possibilitará o uso de aplicativos para que a população monitores horários, rotas e tempo de chegada dos ônibus. A proposta, também em estudo, é ampliar esse tipo de sistema para toda a rede de transporte coletivo.

Para moradores de Planaltina, faltam ônibus e linhas de integração na cidade, além de ser difícil precisar os horários dos veículos. Por isso, eles acabam, muitas vezes, recorrendo ao transporte pirata. É o caso do auxiliar de serviços gerais Ivan Carlos, 41 anos, morador do Jardim Roriz, que chega a ficar uma hora na parada. “Os ônibus demoram demais. Não têm ar-condicionado, alguns assentos estão quebrados e o povo fica todo espremido”, relatou. Ivan perdeu uma entrevista de emprego por causa da falta de ônibus.

A também auxiliar de serviços gerais Maria do Socorro Sousa Costa, 58, afirma que faltam ônibus, principalmente para circulação interna. “Perto da minha casa, passava um ônibus que levava a gente até a Rodoviária. Porém, eles tiraram, e fica perigoso para a gente, ainda mais porque saímos de madrugada”, destacou.

A expectativa dos moradores é de que, com os novos veículos e as linhas de integração, o problema possa ser, pelo menos, minimizado. “Hoje, se uma pessoa está doente, ela não pode depender dos coletivos. Eu espero que, com essas mudanças, possa atender toda a população, porque a gente precisa e muito do transporte público”, ressaltou Nívea Maria, 42. (AP)

* Estagiário sob supervisão de Guilherme Goulart


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