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Correio Braziliense

Justiça solta seis suspeitos de fraudes

Grupo é alvo de investigação do Ministério Público Federal (MPF) por supostas irregularidades em empreendimentos no Rio de Janeiro e em Brasília


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Operação da Polícia Federal ocorreu na última terça-feira (29/1)(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Operação da Polícia Federal ocorreu na última terça-feira (29/1) (foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Seis das 14 pessoas detidas durante a Operação Circus Maximus, deflagrada pela Polícia Federal na terça-feira (29/1), foram soltas ontem, após decisões emitidas no âmbito da Justiça Federal. Os envolvidos estavam presos por suspeita de participar de um esquema de fraudes envolvendo o Banco de Brasília (BRB). De acordo com investigação do Ministério Público Federal (MPF), os crimes ocorreram por meio de investimentos em empreendimentos no Rio de Janeiro e em Brasília.
 
Alvos de mandados de prisões temporária e preventiva, Andrea Moreira Lopes, Carlos Vinícius Raposo Machado Costa, Diogo Cuoco, Dilton Castro Junqueira Barbosa, Marco Aurélio Monteiro de Castro e Nilban Melo Júnior deixaram a prisão beneficiados por decisões da 10ª Vara Federal, em Brasília, e do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Oito pessoas permanecem presas.
 
A Operação prendeu diretores do BRB, ex-dirigentes da instituição e empresários. Os servidores da entidade financeira são acusados de receber R$ 40 milhões em propina para liberar investimentos em empreendimentos imobiliários. As investigações contaram com a participação de procuradores da força-tarefa da Operação Greenfield e começaram a partir de delações premiadas de executivos da Odebrecht e do doleiro Lúcio Funaro.

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