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População do DF economiza 2,7% de energia durante horário de verão

No DF, as residências representam 50% do gasto de energia fornecida pela CEB

Criadoo para gerar uma redução de consumo de energia, o horário de verão, que termina no próximo domingo (17/2), impactou positivamente a economia no Distrito Federal. De acordo com a Companhia Energética de Brasília (CEB), a economia chegou à média de 2,7% no horário de ponta do sistema. O valor verificado foi maior que o previsto, já que a estimativa era de 2.2%.

Em outubro de 2018, a demanda máxima registrada antes do início do horário de verão foi em torno de 1.115MW. Já no período de programa, o consumo ficou em 1.085MW. Segundo a CEB, a diferença representa um alívio no carregamento do sistema correspondente às cargas da região do Guará. Porém, a principal vantagem do horário de verão é reduzir o gasto de energia no horário de pico.

O maior vilão do consumo de energia é o chuveiro. No DF, as residências representam 50% do gasto de energia fornecida pela CEB. Brasília é a região onde o consumo de energia das residências é o maior do país.

No Brasil, além de vigorar no Distrito Federal, o horário de verão é adotado por dez estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Neste ano, o programa teve início à zero hora de do dia 4 de novembro de 2018.

Com informações da Agência Brasília.