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Correio Braziliense

Vídeo: veja momento em que cadeirante é arrastado pelo metrô

Homem de 58 anos foi transferido hoje em estado grave para a UTI do Instituto Hospital de Base. Ele teve traumatismo craniano e hemorragia interna


postado em 16/03/2019 20:57 / atualizado em 16/03/2019 21:45

O cadeirante que na manhã de ontem caiu nos trilhos da Estação Centro Metropolitano do Metrô, em Taguatinga, permanece em estado grave e foi transferido hoje, por volta das 16h para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto Hospital de Base. Francelino Monteiro da Silva Neto, de 58 anos, sofreu traumatismo craniano teve hemorragia interna e deslocou o ombro. O caso aconteceu às 10h, e, inicialmente, o Corpo de Bombeiros levou a vítima para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC).
 
Imagens do circuito interno de segurança do Metrô mostram o momento do acidente. A silhueta do homem pode ser vista ao fundo. Ele tenta embarcar de costas, depois que todos os demais passageiros já estão a bordo. O trem fecha as portas e acelera, com a cadeira presa. Francelino é arrastado até o final da estação, onde cai pelo vão entre a parede e o vagão. De acordo com funcionários, o homem não solicitou ajuda à equipe para o embarque. 
 
A Companhia do Metropolitano do DF, informou que prestou atendimento e acionou os bombeiros. Duas psicólogas da empresa, além de assistentes sociais estão em contato constante com a família da vítima para oferecer apoio. O Metrô-DF declarou ainda que lamenta o acidente  e está apurando as causas.

Desespero dos usuários

Momento em que bombeiros prestam socorro ao cadeirante(foto: Arquivo Pessoal)
Momento em que bombeiros prestam socorro ao cadeirante (foto: Arquivo Pessoal)
A autônoma Larissa Alves, 18 anos, estava em um vagão próximo ao local onde o homem caiu. “Escutei um barulho seguido de grito. Quando olhei pela janela, vi o cadeirante caído na via. Ajudei um rapaz a quebrar o protetor do botão de emergência para abrir a porta e fazer o trem parar”.
 
 Durante o tempo em que Larissa permaneceu no local, o cadeirante não se moveu. “Por não ver nenhum movimento, achei que ele havia morrido, pois havia sangue na cabeça. Na plataforma, as pessoas estavam desesperadas com a situação, algumas até choraram”, relata. 

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