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Correio Braziliense

Revitalização em quadras comerciais da W3 Sul deve durar até 90 dias

Obras começaram nesta quarta (10/4) e contemplam as quadras 511 e 512 da Asa Sul. Projeto ficou orçado em 1,7 milhão e a expectativa do governo é expandi-lo a outras quadras


postado em 10/04/2019 15:01 / atualizado em 10/04/2019 16:59

As quadras receberão mais iluminação, melhoria na pavimentação e reforma das entradas das lojas(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
As quadras receberão mais iluminação, melhoria na pavimentação e reforma das entradas das lojas (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

Duas quadras da Asa Sul serão revitalizadas e receberão mais iluminação, melhoria na pavimentação e reforma das entradas das lojas. As obras começaram na manhã desta quarta-feira (10/4) e contemplam a 511 e 512 Sul. A expectativa é de que as reformas sejam finalizadas em até 90 dias. 

O vice-governador do Distrito Federal, Paco Britto (Avante), representantes do Executivo e de autarquias se reuniram entre as quadras para anunciar a medida. “A W3 é o maior shopping a céu aberto do país. Nosso objetivo é trazer mais segurança e acessibilidade a esses lojistas”, ressaltou o vice-governador. 

De acordo com Paco, o projeto ficou orçado em cerca de R$ 1,7 milhão e a expectativa é de expandi-lo para outras quadras da região. “Acredito que ela (a W3), voltará a ter um comércio forte, como tinha nas décadas de 1970 e 1980”, destacou. 

O Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Matheus de Oliveira, também comemorou a medida. De acordo com ele, a ideia das obras é deixar as quadras mais agradáveis e de mais fácil locomoção. “Queremos acessibilidade a pedestres e, principalmente, pessoas com necessidades especiais”, afirmou. 

100 dias de governo 

Nesta quarta, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), apresentou balanço dos 100 dias de gestão. Ele ressaltou as dificuldades financeiras agravadas pela decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que imputou dívida de R$ 10 bilhões à capital. De acordo com o chefe do Executivo, se for necessário, serão realizados cortes drásticos no orçamento. No entanto, ele garante que ainda recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para reverter a decisão.

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