Publicidade

Correio Braziliense

Pedestre é atropelado e morre próximo à passarela do Setor O, na BR-070

Segundo o Corpo de Bombeiros, uma outra vítima ficou presa às ferragens


postado em 17/04/2019 10:41 / atualizado em 17/04/2019 12:21

A vítima que sobreviveu foi levada ao hospital da Ceilândia com fratura no fêmur (foto: Divulgação/CBMDF)
A vítima que sobreviveu foi levada ao hospital da Ceilândia com fratura no fêmur (foto: Divulgação/CBMDF)
Um pedestre morreu após ser atropelado na BR-070 no começo da manhã desta quarta-feira (17/4). A vítima, Genésio Dias da Silva, 76 anos, não resistiu aos ferimentos e faleceu no acidente de trânsito próximo à passarela do Setor “O”. O caso aconteceu por volta das 8h30.

De acordo com testemunhas, a motorista, Maria das Dores liberato de Jesus, 43 anos, perdeu o controle do veículo, um Fiat Strada e colidiu com o ônibus. Genésio estava descendo do ônibus no momento do acidente e foi atingido pelo carro, sendo arremessado. “Eu presenciei todo o acidente. A mulher ainda tentou frear e desviar para não bater no ônibus, mas não conseguiu e acabou atingindo o senhor. Ele já caiu sem vida”, contou Francisco Guedes, 32 anos, que estava na parada de ônibus na hora da colisão. 

Viaturas do Corpo de Bombeiros foram ao local e prestam socorro aos envolvidos. Maria das Dores ficou presa às ferragens do carro, foi socorrida e levada ao hospital da Ceilândia com fratura no fêmur. “Ela ficou presa nas ferragens e eu fui tentar ajudá-la. Conversei com ela um pouco, estava consciente e orientada. Ela falou que teve uma crise de tosse e, por isso, perdeu o controle do carro”, disse a testemunha Francisco Guedes. 
 
O helicóptero da corporação foi acionado para realizar o resgate e a via ficou bloqueada em uma das faixas, causando congestionamento. Cerca de 20 passageiros estavam dentro do ônibus no momento da colisão, mas nenhum sofreu ferimentos. O motorista do coletivo, Alexandre Pereira Mariano, 39 anos, disse não ter visto o acidente. “Eu só me dei conta do que estava acontecendo quando o carro bateu no ônibus. O senhor já havia desembarcado e eu estava dando seta para sair da parada”, relatou Alexandre. 

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade