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Correio Braziliense

Artigo: Brasília, substantivo feminino


postado em 21/04/2019 11:09 / atualizado em 21/04/2019 11:24

 
Três milhões de almas habitam Brasília. Homens, mulheres, crianças, velhos. Cada um exerce aqui seu papel. No trabalho, na escola, no coração da cidade inventada, na periferia da cidade real. Estão nas salas de aula, no serviço público, no trânsito, na academia, nos escritórios. Escrevem e reescrevem a história de uma capital que, aos 59 anos, enfrenta desafios múltiplos. Hoje, vamos falar de uma parcela especial dessa população criativa, trabalhadora e inspiradora: as mulheres.

Sim, elas são muitas. De diferentes faces, classes, tipos, jeitos, idades. De tantas habilidades e talentos que seria difícil enumerar. Deixam suas marcas na saúde, na educação, na ciência, na segurança pública, nas artes, no serviço público e no empreendedorismo. Também são parte importante no pioneirismo e nos primórdios da capital, embora sempre tenham aparecido como coadjuvantes. Não foram, não são e nunca serão secundárias. Por isso, o caderno especial que publicamos hoje é de resgate e de promessas.
 
(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
 

Temos com as novas gerações a responsabilidade de dar nome, rosto e voz a uma parte da população que ainda luta por espaço e reconhecimento. Mais do que isso, batalha por igualdade de tratamento e pelo direito de viver longe de preconceito, machismo, agressão e assédio. Homenageamos hoje mulheres de diferentes perfis. Jovens e velhas, inocentes e experientes, de trajetórias e ofícios distintos.

Contamos histórias de dezenas delas. Algumas já deixaram um evidente legado para Brasília. Outras estão construindo um caminho pavimentado por intenso trabalho e inventividade. Elas guardam em si experiência e inovação, características essenciais para fazer desta cidade uma referência. Se Brasília quer ser exemplo, precisa reconhecer que é também feminina – e, por que não dizer, feminista?

Convidamos você a fazer uma reverência a essas mulheres maravilhosas, que projetam positivamente o nome da capital, fazem diferença no dia a dia e não se curvam à desigualdade. Elas representam força, consistência, amor e resistência. Brasília precisa disso. Brasília precisa delas. E você vai gostar de conhecê-las.
 
 

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