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Correio Braziliense

Manhã de terror: família é amarrada e feita refém em casa durante assalto

Três criminosos armados invadiram a casa das vítimas, que também funciona como ferro-velho, em Ceilândia. Eles levaram televisores, celulares e R$ 5 mil em espécie


postado em 24/04/2019 14:35 / atualizado em 24/04/2019 21:29

(foto: Fernando Lopes/CB/D.A Press)
(foto: Fernando Lopes/CB/D.A Press)
Uma família foi feita refém, ficou amarrada e sob ameaça de morte durante um assalto em Ceilândia. Três criminosos renderam o dono de um ferro-velho, enquanto ele abria o comércio, que funciona no mesmo local onde ele mora com a mulher, de 39 anos, e a filha, de 17. 

 

Segundo informações do delegado-adjunto da 23ª Delegacia de Polícia (Setor P Sul), Maurício Iacozzilli, o comerciante, que tem 50 anos, abria a loja, na Chácara 199 do Sol Nascente, quando foi abordado pelos criminosos, por volta das 7h de terça-feira (24/4). "Ele nos disse que foi surpreendido pelos três assaltantes, que estavam armados com revólveres. O trio exigiu que ele entrasse no local e, neste momento, o amarraram com fita isolante. Após imobilizá-lo, os homens atacaram a esposa e a filha dele, trancando-as em um quarto", afirma.

Ameaças 

Com a família feita refém, os acusados começaram a ameaçar o homem, exigindo os bens de valor, caso contrário, matariam a todos. "Não houve nenhuma agressão física, mas psicológica. A vítima, temendo pela vida dela e da família, entregou o cofre que mantinha em casa com R$ 5 mil em espécie, além de eletrônicos", acrescenta Iacozzilli.

 

Os assaltantes juntaram o dinheiro, duas televisões e quatro celulares, colocaram na caminhonete do homem e fugiram. Até a mais recente atualização desta matéria, eles não haviam sido identificados. 

 

Após a fuga dos criminosos, o homem conseguiu se soltar e abrir a porta do cômodo para a mulher e a filha saírem. Depois, as vítimas registraram o boletim de ocorrência. Para o delegado Maurício Iacozzilli, a ação do trio indica que "havia um conhecimento acerca da rotina das vítimas, pois eles chegaram no exato momento em que a loja era aberta".

 

"Outro ponto crucial é o conhecimento que os criminosos tinham sobre o cofre mantido na residência. Neste momento, trabalhamos para identificar estes autores. Assim que tivermos o reconhecimento dos bandidos, pediremos as prisões à Justiça", afirma o delegado. 

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