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Correio Braziliense

Comerciante tem 50% do corpo queimado em tentativa de latrocínio

O crime aconteceu no bairro Jardim Roriz, em Planaltina. A vítima chegava em casa quando foi rendida por dois homens, que tinham apoio de um terceiro envolvido, que acompanhou a ação en um veículo


postado em 12/06/2019 15:52 / atualizado em 12/06/2019 15:59

(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
Um empresário de 33 anos está com 50% do corpo com queimaduras de 2º grau após uma tentativa de latrocínio (roubo com morte). O crime aconteceu em frente à casa da vítima, no bairro Jardim Roriz, em Planaltina. O homem chegava em casa, por volta das 23h, quando foi abordado por criminosos armados. A 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina) investiga o caso. 

A vítima estava no portão de casa quando uma dupla de ladrões cometeu o crime. O empresário dirigia uma Land Rover preta ao ser rendido e colocado no banco do carona. Os criminosos entraram na frente e dirigiram pelo bairro, sendo seguidos por um terceiro homem, que também conduzia um automóvel. 

Quando o grupo chegou a uma estrada de terra que dá acesso à BR-020, no sentido do município goiano de Formosa (GO), decidiram largar a vítima ali. Mas, antes de seguirem viagem, pegaram um galão de gasolina que estava dentro da Land Rover, jogaram sobre o empresário e atearam fogo. 

“Conforme depoimento preliminar da vítima, o galão já estava no veículo. O comerciante havia buscado o produto ao sair de casa, com o objetivo de utilizá-lo para limpar peças de uma moto”, destaca o delegado Fabrício Borges, chefe da 31ª DP.
 
O empresário foi socorrido pela própria companheira, em casa. Ele correu do matagal, que fica cerca de 600 metros da residência dele. O homem foi encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular da Asa Norte. Os principais ferimentos foram no abdômen e nas pernas, mas ele também teve algumas queimaduras nos braços.

“Realizamos as primeiras diligências e, a princípio, tratamos o crime como uma tentativa de latrocínio. Mas é incomum, neste tipo de ação, se atear fogo na vítima. É algo que não vemos com frequência. Trabalhamos para elucidar o caso e identificar os autores. No entanto, devido ao horário, ainda não há testemunhas”, finaliza o delegado. 

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