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Correio Braziliense

Idosa é arrastada por carro por 100 metros em frente a escola em Taguatinga

Vítima relatou à polícia que vendia balões quando o veículo se aproximou, a passageira agarrou os balões de sua mão e o motorista arrancou com o carro, arrastando-a pela rua


postado em 16/06/2019 14:33 / atualizado em 16/06/2019 17:35

(foto: Pacífico/CB/D.A Press)
(foto: Pacífico/CB/D.A Press)
Uma mulher foi arrastada por um veículo por cerca de 100 metros em Taguatinga Sul na noite de sábado (15/6). A vítima, segundo o Corpo de Bombeiros, é Marina Izidoro de Morais, 63 anos. Ela contou à Polícia Civil que vendia balões em frente ao Colégio Marista, quando o motorista encostou e começou a negociar.  

 

Logo em seguida, a passageira do carro agarrou os balões que Marina Izidoro levava amarrados no braço e o motorista arrancou, derrubando a idosa, que acabou arrastada pelo asfalto por cerca de 100 metros. Os bombeiros fizeram o socorro e a levaram para o Hospital Regional de Taguatinga com diversas escoriações no corpo.

 

A idosa recebeu atendimento e foi liberada ainda pela noite de sábado (15), ela não teve nenhum ferimento grave. Após sair do HRT com informações da placa do veículo, cedidas por testemunhas que viram a ação, Marina realizou um boletim de ocorrência na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul). O registro foi por lesão corporal.

 

Apesar de a 21ª DP ter realizado as primeiras diligências, a 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) fica responsável pela investigação do caso. Pela manhã de segunda-feira (17), agentes irão às ruas atrás de imagens que possam indicar o trajeto tomado pelo veículo. 

Mercedes branca 

De acordo com a Polícia Civil, o condutor e a passageira não foram identificados e levados para a delegacia. Testemunhas anotaram a placa do carro e informaram para a Polícia Militar. Pelo número, o Correio apurou que o automóvel é uma Mercedes Benz branca.

O veículo ano 2015 modelo 2016, é avaliado em R$ 220 mil e está em nome de um morador de Taguatinga Sul. A reportagem optou por não divulgar o nome do homem que aparece como proprietário do carro, pois ainda não está comprovado se ele era a pessoa que estava ao volante. 

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