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Correio Braziliense

PCDF apreende quase 4 toneladas de roupas falsificadas na Feira do Guará

A operação cumpriu nove mandados de busca e apreensão. Proprietários serão intimados a depor na delegacia e poderão responder por violação de direito de marca


postado em 19/06/2019 11:04 / atualizado em 19/06/2019 11:43

Durante apuração da denúncia, investigadores flagraram a venda dos produtos falsificados em grande quantidade(foto: PCDF/Divulgação)
Durante apuração da denúncia, investigadores flagraram a venda dos produtos falsificados em grande quantidade (foto: PCDF/Divulgação)


A Polícia Civil apreendeu quase 4 toneladas de roupas falsificadas em bancas da Feira do Guará. Segundo o delegado Marcelo Portela, chefe do Departamento de Proteção ao Consumidor (DPCon), a investigação começou há três meses, por meio de denúncias do comércio ilícito. "A denúncia chegou por meio dos respresentantes das marcas de grife. A feira é conhecida pela tradição de comércio lícito, de comidas típicas e vestuário de marcas próprias. No entanto, estamos notando que estes produtos contrafeitos estão tomando conta das bancas", destaca. 

Nenhum proprietário dos nove boxes onde houve apreensão de mercadoria está preso, no entanto, eles serão intimados a depor e podem ser indiciados por violação de direito de marca. Além do DPCon, a Coordenação de Repressão Aos Crimes Contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf) também participou da operação desencadeada na manhã desta quarta-feira (19/6). 

Quase 4 toneladas de roupas contrafeitas foram apreendidas em bancas da Feira do Guará(foto: PCDF/Divulgação)
Quase 4 toneladas de roupas contrafeitas foram apreendidas em bancas da Feira do Guará (foto: PCDF/Divulgação)
Durante apuração da denúncia, investigadores flagraram a venda dos produtos falsificados em grande quantidade. "Com as provas, representamos os pedidos para mandados de busca e apreensão, os quais foram cedidos pela Justiça. Hoje (19), retiramos estas mercadorias contrafeitas de circulação. Os comerciantes tinham muitas calças, bermudas, camisas e casacos de diversas marcas", acrescenta o delegado. 

O material apreendido será encaminhado para exame pericial de autenticidade dos produtos. Após o laudo, toda a mercadoria será destruída. "O crime de violação de direito de marca prevê detenção de 3 meses a 1 ano", destaca Marcelo Portela. A ação da DPCon foi intitulada como Operação Lobo, em referência ao animal do cerrado, conhecido como Lobo Guará.

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