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Correio Braziliense

Acusada de mandar matar marido vai a júri com executores do crime

O crime ocorreu em 20 de julho de 2017. Lessandro Vilela Borba, 38 anos, dono de franquias da sorveteria Chiquinho foi morto com três tiros, um deles na nuca


postado em 26/06/2019 18:28 / atualizado em 26/06/2019 19:01

Lessandro era proprietário da sorveteria na avenida principal do Recanto das Emas(foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press - 11/7/17)
Lessandro era proprietário da sorveteria na avenida principal do Recanto das Emas (foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press - 11/7/17)
A mulher acusada de mandar matar o marido, dono de uma das franquinhas de sorvete Chiquinho, vai a júri popular nesta quinta-feira (27/6). Junto de Janaína Maria Rocha, também serão julgados os executores dos crimes: Victor Hugo Rodrigues Silva e Rafael Gonçalves.  O crime ocorreu em 20 de julho de 2017. Lessandro Vilela Borba, 38 anos, foi morto com três tiros, um deles na nuca.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Janaína planejou o assassinato do marido, que era dono de franquias da sorveteria no Recanto das Emas e em Samambaia. A mulher convenceu Victor e Rafael a participarem do crime com a promessa de obter vantagens financeiras. 

De acordo com o MPDFT, Victor foi responsável por dirigir o carro usado no crime e Rafael efetuou os disparos. O homicídio ocorreu em uma das sorveterias de propriedade de Lessandro. Após a execução, Janaína tomou as providências para ter a posse dos bens patrimoniais da vítima, com quem teve dois filhos.

Para o MPDFT, o crime foi praticado por motivo torpe, com a intenção de obter vantagem financeira com a morte da vítima e com emprego de meio cruel, pois, já ferido, Lessandro foi atingido com disparo na nuca a queima-roupa. Além disso, para os promotores, os criminosos utilizaram recurso que dificultou a defesa da vítima.


Depois do crime, quando começaram a surgir suspeitas sobre o envolvimento do grupo, Janaína e Rafael ameaçaram por telefone a mãe da vítima. Disseram que, “se a investigação não parasse, muita gente ainda ia morrer”. A pedido do Ministério Público, o Tribunal de Justiça determinou a prisão preventiva dos três suspeitos.

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