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Correio Braziliense

Corpo de homem desaparecido é encontrado em carro, no fundo de rio, em GO

Familiares de Gilberto da Silva Santos estavam sem notícias desde sábado (13/7). Ele teria sido visto pela última vez em um bar, na madrugada de segunda-feira (15/7)


postado em 16/07/2019 21:11 / atualizado em 16/07/2019 21:25

Retirada do veículo aconteceu por cima do Rio São Bartolomeu, na zona rural de Luziânia (GO)(foto: CBMGO/Divulgação)
Retirada do veículo aconteceu por cima do Rio São Bartolomeu, na zona rural de Luziânia (GO) (foto: CBMGO/Divulgação)
O corpo de um homem de 39 anos foi encontrado dentro de um carro, no fundo do Rio São Bartolomeu, nesta terça-feira (16/7), no Entorno do Distrito Federal. Os bombeiros de Luziânia (GO) atuaram nas buscas durante mais de 30 horas. A vítima, Gilberto da Silva Santos, 39 anos, trabalhava como tratador de bois em confinamento, em uma fazenda na região. A ocorrência foi registrada como acidente de trânsito com morte e provocado pela própria vítima. 

Gilberto estava desaparecido desde sábado (13/7), quando saiu de carro sem dar notícias. Na segunda-feira (16/7), o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) deu início às buscas. A região onde ocorreram os trabalhos fica na zona rural de Luziânia. O veículo da vítima, um Fiat Uno vermelho, foi encontrado perto do trecho da GO-010 que passa por cima do rio.

Automóvel precisou ser erguido com guindaste por cerca de 8 metros até a ponte(foto: CBMGO/Divulgação)
Automóvel precisou ser erguido com guindaste por cerca de 8 metros até a ponte (foto: CBMGO/Divulgação)
 Segundo familiares, Gilberto não tinha histórico de transtornos psicológicos. Ele teria sido visto pela última vez em um bar de Luziânia, por volta das 2h de segunda-feira (16/7). O tenente Gabriel Lins, do CBMGO, afirmou que o tamanho da área dificultou os trabalhos de busca. “Percorremos, pela rodovia, o trecho da fazenda em que ele trabalhava até o rio, principalmente perto de barrancos e curvas. Como o sol estava a pino, por volta de 11h30, encontramos a silhueta do carro dentro da água”, detalhou.

Dois mergulhadores entraram na água e constataram que se tratava de um Fiat Uno vermelho, tal como o de Gilberto, submerso a uma profundidade de, aproximadamente, 4 metros, e com as rodas viradas para cima. “O teto estava muito amassado e não havia acesso pelo barranco. Precisamos contratar um guincho particular, que puxou o veículo por cima da ponte”, continuou o tenente Lins.

O carro foi erguido por cerca de 8 metros, da margem do rio até a ponte. A equipe precisou cortar o teto do automóvel para conseguir tirar o corpo da vítima, que estava presa às ferragens. Os familiares reconheceram o corpo e os cuidados do local ficaram a cargo da Polícia Militar de Goiás e dos peritos da Polícia Civil goiana (PCGO). 

Ainda segundo o tenente Gabriel Lins, pela distância percorrida, é provável que Gilberto estivesse em alta velocidade. “O carro saiu da pista, passou pela lateral da cabeceira, pegou na guia e caiu no rio. Não havia marcas de frenagem. Deve ter sido algo muito rápido”, completou. A PCGO não informou quando o laudo com a causa da morte será liberado.


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