Publicidade

Correio Braziliense

Metroviários farão assembleia e podem voltar a trabalhar quinta-feira

Greve iniciada no dia 2 de maio já dura 76 dias. Decisão publicada terça-feira determina que a categoria volte às atividades até a 0h desta quinta-feira


postado em 17/07/2019 12:20 / atualizado em 17/07/2019 12:25

Metroviários voltam às atividades após 76 dias de greve(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Metroviários voltam às atividades após 76 dias de greve (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
 O metrô poderá voltar às atividades normais depois de 77 dias de greve, à 0h desta quinta-feira (19/7). A decisão virá depois de uma assembleia marcada para às 21h desta quarta-feira (18/7), em Águas Claras.

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (Sindmetro/DF) informou que deverá cumprir a determinação do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) publicada nesta terça-feira (16/7) de voltar às atividades. 

Entretanto, a nova proposta feita pelo Metrô/DF não foi aceita pela categoria. Segundo o Sindmetro, uma assembleia está marcada para esta quarta (17/7), às 21h, na estação Águas Claras, para aprovar o retorno ao trabalho e o cancelamento da greve. O Tribunal determinou prazo até a 0h de quinta-feira (19/7) para que a categoria volte às atividades.

O Sindmetro informou que não fará uma contraproposta à oferta do Metrô e aguarda o restante do julgamento do Tribunal sobre o dissídio de natureza mista apresentado pela categoria.

Prejuízos


Os dias de paralisação trouxeram prejuizo para o metrô. A assessoria do Metrô informou que em 74 dias, a empresa deixou de arrecadar R$ 8,8 milhões, prejudicando 1,7 milhões de usuários.

O Metrô também informou que é prevista a circulação de 24 trens de segunda a sexta;  15, aos sábados; e de 8 a 12, aos domingos. Com a greve, estão circulando apenas 18 de segunda a sexta; 12 no sábado; e 5, no domingo, mas podendo chegar ao número mínimo de 3. Ainda segundo a assessoria, os intervalos variam de 15 a 30 minutos nos pontos da Ceilândia e Samambaia e nos troncos centrais, esse tempo reduz pela metade.

* Estagiária sob a supervisão de Vinicius Nader

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade