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Correio Braziliense
Correio Braziliense
postado em 26/07/2019 04:07
; Abusos sexuais
Acusado usa disfarce

Agentes da 4; Delegacia de Polícia (Guará) continuam à procura do catequista e professor de futebol José Antônio Silva, 47 anos. Ele está foragido desde 3 de julho, acusado de abusar de ao menos 17 crianças . Os investigadores trabalham com a hipótese de o suspeito ter deixado o Distrito Federal. Ontem, a corporação divulgou imagens de possíveis disfarces de José . Um parente de José procurou a Polícia Civil, em maio, para denunciá-lo por abuso sexual. O homem de 30 anos contou ter sido vítima aos 5. Disse ter decidido registar ocorrência por ter um filho da mesma idade e temer que o tio investisse contra ele. O sobrinho encorajou outros parentes a registrar denúncia. Eles relataram a mesma história: José os violentou no quarto dos pais dele, no Guará. Quem tiver informações sobre o paradeiro dele pode entrar em contato com a Polícia Civil pelo telefone 197 ou pelo site da corporação, www.pcdf.df.gov.br ou pelo e-mail denuncia197@pcdf.gov.br. As informações são sigilosas.


; Motociclismo
Correio no moto week

O talk show do Correio Braziliense na 16; edição do Brasília Capital Moto Week foi uma celebração à mulher motociclista. Uma das organizadoras do evento, Juliana Jacinto destacou o crescimento da presença feminina no espaço de 250 mil metros quadrados montado na Granja do Torto. A previsão é a presença de 740 mil pessoas nos 10 dias de muito rock e amizade. Depois de anos na garupa do marido, ;curtindo a paisagem;, Tânia Serzanink disse, no bate-papo com o jornalista José Carlos Vieira, que cada vez mais mulheres estão se habilitando a pilotar motos. Ela tem um triciclo. A banda Nasty, composta só por roqueiras foi a presença musical no encontro. Hoje, a partir das 17h, o Correio entrevista Marco Portinho, organizador, além de receber artistas que vão tocar no palco principal.


; Placa em ponte
Homenagem a Marielle

Integrantes de um movimento feminista cobriram a placa de entrada da Ponte Costa e Silva com o nome da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (foto), assassinada ao lado do motorista, em 14 de julho de 2018, após sair de um debate com jovens negras, na Lapa (RJ). O crime segue impune. Membros do Movimento de Mulheres Olga Benario colocaram a faixa em homenagem ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado hoje. Em publicação em uma página nas redes sociais, o grupo ressaltou que Marielle ;mulher negra, lésbica, periférica e política eleita, foi brutalmente assassinada e, há exatos 498 dias o Brasil e o mundo inteiro não têm respostas sobre quem mandou matá-la;. O texto diz ainda que, no Brasil, Marielle Franco se tornou um dos símbolos das lutas das mulheres. ;E jamais descansaremos enquanto 13 de nós somos assassinadas e 135 estupradas, pelo descaso do Estado, e enquanto forem feitas homenagens a quem é símbolo do que nos assassina.;

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