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Correio Braziliense

Polícia Civil prende quadrilha especializada em roubos a residências no DF

A quadrilha atuava em Taguatinga, Riacho Fundo e Gama. Grupo era identificado por agir com extrema violência contra as vítimas


postado em 07/08/2019 06:37 / atualizado em 07/08/2019 11:55

Quadrilha era identificada por agir com extrema violência contra as vítimas (foto: Polícia Civil/Divulgação)
Quadrilha era identificada por agir com extrema violência contra as vítimas (foto: Polícia Civil/Divulgação)
A Polícia Civil prendeu nove integrantes de um grupo que atuava no roubo de residências no Distrito Federal na manhã desta quarta-feira, (7/8). Outros dois homens estão foragidos. A investigação apurou ao menos dez assaltos, principalmente em Samambaia, mas também houve atuação no Riacho Fundo, Gama, Park Way e Taguatinga. 

Entre os detidos está um cadeirante. Ele era o piloto de fuga do grupo e usava um carro adaptado nos assaltos. As prisões ocorreram em Samambaia e Taguatinga no âmbito da Operação Black Ônix da  Divisão de Repressão a Roubos e Furtos da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DRF-Corpatri).



O grupo era identificado por agir com extrema violência. Eles costumavam amarrar e trancar as vítimas em quartos da casa, usavam armas de fogo, capuzes, luvas e algemas de plástico. Em três assaltos, as vítimas foram feridas por disparos.

Um dos roubos foi praticado contra um major da Polícia Militar. O grupo roubou a arma do policial e na fuga disparou contra o helicóptero da PMDF. 
 
Com os suspeitos, os policais apreenderam televisões, celulares e joias. A suspeita era de que os objetos eram roubados das casas das vítimas e comercializados. Os investigadores ainda não estimaram quantas vítimas o bando fez. 

 
Segundo os agentes, o primeiro crime atribuído aos suspeitos acontecem em março deste ano, quando os suspeitos invadiram uma casa Taguatinga, renderam os moradores e fugiram com objetos e veículos das vítimas. No entanto, há suspeitas de que o grupo tenha começado a se organizar no começo do ano. 
 
Os policiais trabalham com a possibilidade de que outras vítimas sejam identificadas. Os suspeitos vão responder por roubo e integrar organização criminosa. Como fizeram várias vítimas, os acusados, se condenados, poderão cumprir pena de até 10 anos para cada um dos crimes.  
 
 

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