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Correio Braziliense

Seminário sobre alimentação saudável continua com inscrições abertas

Assunto será debatido em seminário no Correio, nesta quarta-feira (14/8). Participação do público é gratuita


postado em 12/08/2019 20:12 / atualizado em 12/08/2019 20:13

(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
Apesar de uma alimentação balanceada ser constantemente apontada como um dos principais fatores para uma vida saudável, os brasileiros têm adotado hábitos nutricionais cada vez piores. O resultado é o aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade no país, assim como de males como câncer, diabetes e doenças do coração.

Tal cenário se revela um desafio não só para as pessoas, que precisam encontrar forma de se alimentar melhor, mas também para os criadores de políticas públicas. E, como forma de ajudar na busca por soluções, o Correio realiza, na próxima quarta-feira (14/8), a partir das 8h, um debate sobre o tema, que contará com a presença de especialistas como o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o professor Boyd Swinburn, da Universidade de Auckland. Os leitores podem se inscrever para acompanhar as palestras ao vivo, no auditório do jornal, pelo site especial do evento.

O coordenador da unidade técnica do Conselho Federal de Nutricionistas, Juarez Calil Alexandre, explica que a má alimentação produz atualmente efeitos negativos em todo o Ocidente, estando relacionado com uma mudança gradual no estilo de vida. "Foi um processo gradual. Na década de 1980, o problema começou a ser notado e agravou-se nos anos 1990 e 2000", explica. 

Para estudiosos do assunto, é preciso conscientizar a população sobre a importância da reeducação alimentar, que, segundo Larissa Carvalho, especialista em nutrição comportamental, pode começar pela análise dos rótulos na hora das compras. "Primeiramente, é preciso observar melhor os ingredientes do rótulo do produto. Os ingredientes dos alimentos processados são difíceis de ler, mas é preciso buscar uma melhor informação sobre a composição deles", diz. Larissa ensina que um menor número de ingredientes, em geral, significa menos aditivos químicos, ou seja, alimentos mais naturais e, portanto, mais saudáveis.

* Estagiário sob supervisão de Humberto Rezende

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