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Correio Braziliense

Funcionária do MEC desaparece ao sair para trabalhar

Letícia Melo saiu de casa por volta das 7h, em Planaltina, rumo à Esplanada dos Ministérios. Contudo, nunca chegou ao serviço. Família pede ajuda


postado em 24/08/2019 00:00

Letícia Sousa Curado Melo está desaparecida desde a manhã desta terça-feira(foto: Arquivo Pessoal)
Letícia Sousa Curado Melo está desaparecida desde a manhã desta terça-feira (foto: Arquivo Pessoal)
A família de Letícia Sousa Curado Melo, 26 anos, pede ajuda para chegar até o paradeiro da funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC). Ela saiu de casa, no bairro Arapoangas, em Planaltina, por volta das 7h desta sexta-feira (23/8) para pegar um ônibus para o serviço, na Esplanada dos Ministérios. 
 
Segundo o marido da jovem, o educador Kaio Fonseca Curado de Melo, 25, a advogada pediu dinheiro para pegar o coletivo do trabalho de manhã cedo. "Ela estava correndo, porque já estava atrasada para entrar no trabalho. Ela pegou dinheiro e saiu, dizendo que ia pegar a lotação", conta. "Como ela tinha um almoço marcado com a mãe às 12h30 e não apareceu, minha sogra foi até o ministério. Ao conversar com o supervisor dela, descobriu que a Letícia não tinha aparecido. Estamos desesperados", acrescenta. 
 
Os familiares começaram uma busca por Letícia, mas ela não recebeu nenhuma das mensagens no WhatsApp e o aparelho celular não chama. No início da noite desta sexta-feira (23), Kaio foi até a 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina), onde registrou o desaparecimento da companheira. 
 
"Estamos tentando chegar até minha mulher e precisamos de todas as pistas possíveis. A preocupação é muito grande, só queremos encontrá-la. Por causa da procura, tive que deixar nosso filho de três anos com minha tia. Ele não tem noção do que ocorrendo", afirma. 
 
Ao sair de casa, Letícia usava saia longa jeans e uma blusa amarela, calçava tênis e estava com o cabelo solto. Ela levava uma bolsa marrom, estilo mochila. Quem tiver qualquer informação pode ligar nos celulares: 991-401-237, 992-287-795 ou 991-639-922. Denúncias anônimas também podem ser feitas para a Polícia Civil pelo 197. 
 

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