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Correio Braziliense

Jovem baleado em briga de trânsito em Taguatinga apresenta piora de saúde

Um PM aposentado atirou contra a cabeça de Weverton Leonardo Elias, em 2 de agosto. Família luta por um leito na UTI do Hospital de Base


postado em 17/09/2019 11:08 / atualizado em 17/09/2019 12:16

Weverton Leonardo Elias está internado desde o dia do crime, 2 de agosto(foto: Reprodução)
Weverton Leonardo Elias está internado desde o dia do crime, 2 de agosto (foto: Reprodução)

Piorou o estado de saúde do homem baleado na cabeça após fechar um policial militar aposentado na avenida Elmo Serejo, em Taguatinga. Weverton Leonardo Elias, 31 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória na segunda-feira (16/9), porque, segundo a família, teve reação alérgica a uma medicação. O jovem está internado no Hospital de Base (HB) desde o crime, em 2 de agosto deste ano.

 

Segundo a família, Weverton vinha se recuperando bem nas últimas semanas. Porém, com a reação alérgica, e a parada cardíaca, ele precisou ser encaminhado para a Unidade Semi-Intensiva do Base. O jovem aguarda a liberação de leito para dar entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ainda nesta terça-feira (16), médicos devem analisar a tomografia craniana de Weverton. 

 

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde (SES) informou que "apesar da prioridade no atendimento, por tratar-se de caso grave, o encaminhamento para o leito depende da liberação de vagas, com o suporte indicado à necessidades de cada paciente. Vale ressaltar que a vacância do leito de UTI ocorre mediante alta por melhora clínica, óbito ou transferência de estabelecimento de saúde".

 

Além disso, a pasta esclareceu que o Base conta com 416 leitos na UTI. "A Central de Regulação faz buscas 24 horas e o paciente é encaminhado tão logo surja vaga que atenda as exigências de cada caso, com prioridade para os mais graves", finaliza o texto.

Investigação 

O inquérito policial está na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro). Conforme decisão do delegado-chefe Josué Ribeiro, em 9 de agosto, o pm aposentado irá responder ao crime em liberdade. Na avaliação do investigador, como o suspeito entregou a arma, não havia necessidade de mantê-lo preso. 

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