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Correio Braziliense

BRB e CNC firmam acordo para aquecer setor produtivo do DF

Termo de cooperação técnica tem como objetivo facilitar cessão de créditos e produtos financeiros ao setor produtivo


postado em 10/10/2019 18:20 / atualizado em 10/10/2019 18:22

Da esq. para a dir.: o governador Ibaneis Rocha, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, e o diretor-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa(foto: Divulgação/CNC)
Da esq. para a dir.: o governador Ibaneis Rocha, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, e o diretor-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa (foto: Divulgação/CNC)
Em uma reunião na sede da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (10/10), o governador Ibaneis Rocha (MDB) e o secretário de Economia do DF, André Clemente, acompanharam a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre a entidade e o Banco de Brasília (BRB).
 
A instituição financeira terá, agora, o compromisso de oferecer a entidades ligadas à CNC, no Centro-Oeste, um pacote de concessões de crédito, e produtos financeiros, que devem ajudar a aquecer a economia no setor produtivo.
 
O acordo deve beneficiar todas as empresas vinculadas aos sindicatos e federações da CNC, incluindo companhias empresariais e pessoas ligadas ao SESC (Serviço Social do Comércio) e ao Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial). O grupo terá acesso a linhas de crédito para ações de investimento e produtos, e serviços do banco voltados ao micro, pequeno e médio empresário.
 
De acordo com o presidente do banco, Paulo Henrique Costa, essa é uma oportunidade para o banco viver uma nova fase. “A parceria entre o BRB e a CNC marca um novo posicionamento do BRB, mais próximo ao setor produtivo. O acordo vai permitir a oferta de um portfólio completo como forma de auxiliar o desenvolvimento econômico de todo o Centro-Oeste. É um conjunto de condições especiais que vão desde a redução de taxas de juros até a isenção delas”, disse.
 
O acordou começou a vigorar na data de publicação e tem validade de 24 meses. As empresas filiadas à CNC que optarem por transferir a folha de pagamento para o banco também devem expandir as condições especiais aos funcionários.

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