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Correio Braziliense

VÍDEOS: Batalhão Ambiental resgata pelo menos 10 animais silvestres no DF

Um lobo-guará e um tamanduá-bandeira, que tinham as patas feridas, foram levados ao Zoológico de Brasília para tratamento


postado em 14/10/2019 20:14 / atualizado em 14/10/2019 20:15

Entre os animais resgatados estão um jabuti, um lobo guará e um tamanduá-bandeira(foto: BPMA/Divulgação)
Entre os animais resgatados estão um jabuti, um lobo guará e um tamanduá-bandeira (foto: BPMA/Divulgação)
A bicharada está solta: de lobo-guará em portão de residência a saruê com filhotes dentro de hospital. Nesta segunda-feira (14/10) o Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Distrito Federal (BPMA) resgatou, ao menos, dez animais silvestres em áreas urbanas no DF. 

Um lobo-guará adulto deu trabalho para os policiais. Na sombra, o animal repousava tranquilo ao lado do portão de uma residência na QI 23 do Lago Sul. Durante o resgate, chegou a deitar no meio do asfalto enquanto dois militares tentavam colocá-lo em uma gaiola. Ele foi levado ao Zoológico de Brasília para receber tratamento, já que uma das patas apresentava ferimentos. 

 
O outro bicho que também precisou ser encaminhado ao Zoo foi um tamanduá-bandeira. Com as patas traseiras quebradas, ele estava no meio da pista da DF-495, próximo a Santa Maria. De acordo com o solicitante, um caminhão atropelou o animal quando ele tentava atravessar a via. 

Já no Gama, em uma loja de materiais de construção, um porco-espinho transitava entre os produtos do depósito do estabelecimento. Sem apresentar nenhum machucado, o animal foi devolvido à natureza. 
 
 
Uma família de saruê que se abrigava no ambulatório do Hospital de Base foi resgatada. A mãe e os cinco filhotes não precisaram passar por avaliação e voltaram ao habitat natural. 

 
O Batalhão também foi acionado para o resgate de um jabuti que apareceu em uma casa, em Taguatinga Norte. Apesar de estar com aspecto saudável, o bicho passou pelo Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetas). 

De acordo com o sargento Vitorino, do BPMA, chamadas envolvendo animais como lobo, tamanduá e porco espinho são mais raras e podem aumentar em épocas de seca. "A baixa umidade facilita a ocorrência de queimadas. Com a vegetação consumida pelo fogo, os animais ficam sem alimentos e isso acaba os atraindo para as áreas urbanas", explica. Mais de 2 mil animais silvestres foram resgatados pelo BPMA desde o início do ano. 

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