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Correio Braziliense

Queda de árvore deixa moradores da Asa Sul sem água

O tronco caiu na SQS 314, entre o Bloco K e o estacionamento do comércio local e atingiu a tubulação que abastece a região, deixando parte da rua alagada. Abastecimento foi normalizado por volta das 17h


postado em 17/10/2019 18:36 / atualizado em 17/10/2019 18:36

A água que vazou dos tubos infiltrou no solo e acabou alagando o fosso dos elevadores do Bloco K, que fica mais próximo do local em que estava a árvore(foto: Divulgação/CBMDF)
A água que vazou dos tubos infiltrou no solo e acabou alagando o fosso dos elevadores do Bloco K, que fica mais próximo do local em que estava a árvore (foto: Divulgação/CBMDF)
A queda de uma árvore deixou moradores de algumas quadras da Asa Sul sem água nesta quinta-feira (17/10). Nas primeiras horas da manhã, o tronco caiu na SQS 314, entre o Bloco K e o estacionamento do comércio local e atingiu a tubulação que abastece a região, deixando parte da rua alagada. Ninguém ficou ferido e o abastecimento foi normalizado por volta das 17h.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, devido à queda da árvore de grande porte, a tubulação de água potável da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) rompeu. Algumas quadras tiveram o abastecimento interrompido.
 
A água que vazou dos tubos infiltrou no solo e acabou alagando o fosso dos elevadores do Bloco K, que fica mais próximo do local em que estava a árvore. Uma equipe da Caesb acompanhou a ação dos bombeiros e o corte de parte da árvore para começar a recuperação da rede e o esgotamento do fosso

A árvore também atingiu um veículo que estava parado no estacionamento da área comercial. O Corpo de Bombeiros cortou o tronco para a remoção da raiz e cortou também a galhada para a retirada do carro. Não havia ninguém no interior do automóvel.
 
A Caesb fez o conserto da rede durante o dia. O serviço foi concluido por volta das 17h e o fornecimento de água foi normalizado. Mas a falta de água causou transtornos para comerciantes da 314 Sul. Recepcionista do salão de beleza Caracóis, Estela Salazar, 25 anos, contou que todos foram pegos de surpresa e, devido à situação, precisou desmarcar o atendimento de várias clientes. "Está difícil trabalhar assim. A gente precisa de água para tudo. Lavar os cabelos, tudo mesmo. Para não sair perdendo, estamos pedindo água nos outros comércios. Uns dão, outros não", afirmou.
 


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