Cidades

Polícia Civil descarta participação de marido de vendedora em assassinato

Noélia Rodrigues de Oliveira, 38 anos, foi encontrada morta na sexta-feira (18/10), na Colônia Agrícola 26 de setembro, entre a Cidade Estrutural e Vicente Pires

Sarah Peres
postado em 21/10/2019 17:42
Noélia Rodrigues de Oliveira -  (foto: Reprodução/Facebook)
Noélia Rodrigues de Oliveira - (foto: Reprodução/Facebook)
[FOTO1]Investigadores da 38; Delegacia de Polícia (Vicente Pires) descartaram a participação do vigilante Marcos Paulo Mendes Santana, 42 anos, no assassinato da mulher, a vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira, 38. A corporação divulgou a informação na tarde desta segunda-feira (21/10). Além disso, suspendeu entrevistas sobre o caso.

;Neste momento, a investigação passa por um momento crucial, toda a unidade se encontra totalmente empenhada na realização de diligências que resultem na elucidação do crime;, ressaltou texto divulgado pela Polícia Civil. Marcos esteve na delegacia durante a tarde desta segunda para reaver pertences pessoais que haviam sido recolhidos pelos investigadores e alguns itens da vítima, como uma moeda de R$ 1 e um par de brincos.

O advogado do vigilante, Geraldo Madureira, havia informado, ainda nesta segunda, que o marido da vítima é inocente. ;Ele está colaborando com as investigações, informando tudo o que ele sabe. Acredito que a questão quanto a participação dele está quase descartada, pois os materiais que poderiam ser usados como provas contra ele, foram entregues;, destacou o defensor.

Assassinato

Noélia foi encontrada morta na sexta-feira (18/10), na Colônia Agrícola 26 de setembro, entre a Cidade Estrutural e Vicente Pires. O corpo dela estava vestido e apresentava uma marca de tiro e sinais de luta corporal. Moradora do Sol Nascente, ela havia desaparecido na quinta-feira (17/10) por volta das 22h, após sair do shopping em que trabalhava, na Asa Norte.

Marcos e a esposa conversaram por vídeo pouco antes dela desaparecer. De acordo com o vigilante, a partir das 22h23 ela parou de responder às mensagens e telefonemas. Colegas de trabalho contaram que a vítima comentou que pegaria uma carona naquele dia. Para a família, o crime foi premeditado.

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