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Correio Braziliense

MPDFT promove reunião para garantir direitos de estudantes do Alub

Em meio à crise da instituição que pode prejudicar pais e alunos, Promotorias de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc) e do Consumidor (Prodecon) requisitaram informações às partes envolvidas para investigar suspensão de serviços


postado em 22/10/2019 15:05 / atualizado em 22/10/2019 15:05

Protesto mobilizou pais de alunos do Alub na última semana(foto: Juliana Andrade/Esp. CB/D.A Press)
Protesto mobilizou pais de alunos do Alub na última semana (foto: Juliana Andrade/Esp. CB/D.A Press)
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) passou a investigar o possível fechamento do Colégio Alub. Para avaliar os prejuízos da suspensão de serviços aos pais, alunos e professores, as Promotorias de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc) e do Consumidor (Prodecon) vão promover uma reunião com as partes envolvidas.

O encontro acontece na próxima quarta-feira (23/10), às 15h, na Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e Juventude (SEPN 711/911). O evento será aberto aos pais e responsáveis dos alunos. Também foram convidados representantes da rede Alub, da Secretaria de Educação, do DF Legal, do Procon e da Comissão de Educação da OAB.

O MP requisitou informações à mantenedora do Alub para apurar o caso. “Neste primeiro momento, o principal objetivo é assegurar que os 3.200 estudantes das seis escolas da Rede Alub consigam encerrar o ano letivo, adotando medidas para viabilizar as transferências para instituições credenciadas da rede pública e particular”, informou a promotora de Justiça Cátia Vergara.

Os pais também devem receber suporte como consumidores, já que tiveram prejuízos causados pelo descumprimento dos contratos de serviço do Alub. Nesta semana, o empresário dono do Colégio Alub foi alvo da Polícia Federal durante a Operação Grand Bazaar. Arthur Pinheiro Machado é um dos investigados da apuração da existência de indícios de fraudes em fundos de pensão. A PF bloqueou saldos de contas bancárias dos suspeitos, um valor de R$ 3,25 milhões. 

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