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Correio Braziliense

Família aguarda outras partes do corpo de vigilante para fazer enterro

Uma semana após o crime, os membros superiores e a cabeça do vigilante ainda não foram encontrados. A Polícia Civil ainda procura por partes do corpo do vigilante desaparecido no último sábado


postado em 15/11/2019 12:05 / atualizado em 15/11/2019 12:13

O segurança Marcos Aurélio Rodrigues de Almeida tinha 32 anos(foto: Divulgação Arquivo Pessoal )
O segurança Marcos Aurélio Rodrigues de Almeida tinha 32 anos (foto: Divulgação Arquivo Pessoal )
O desaparecimento do vigilante Marcos Aurélio Rodrigues de Almeida, 32 anos, completará uma semana neste sábado(16/11). Ainda assim, a família não sabe dizer quando será o enterro do homem, pois nem todas as partes do seu corpo foram localizadas. A 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia Sul) investiga o caso.

 

De acordo com a irmã da vítima, Marciele Rodrigues, a família está mais reclusa no momento e tem mantido contato apenas com a polícia. “Está sendo muito difícil. Nós estamos nessa espera sem fim. Infelizmente não temos o que fazer, só aguardar. Eles me ligam diretamente quando tem qualquer informação, mas até agora nada”, informou.

 

O vigilante desapareceu na manhã do último sábado (9/11) após sair do trabalho no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), por volta de 8h30. Na segunda-feira (11/11) a polícia localizou os membros inferiores de Marcos Aurélio na QR 327 de Samambaia Sul. No dia seguinte, a duas quadras dali, na QR 325, os agentes de polícia encontraram o tronco do vigilante. No mesmo dia os dois suspeitos do assassinato e esquartejamento, a ex-namorada de Marcos e um comparsa, foram presos.

 

A polícia também localizou a coxa da vítima na madrugada de quarta-feira (13/11), mas desde então, nenhuma outra parte do corpo foi encontrada. A família espera ao menos identificar onde está a cabeça e os membros superiores de Marcos Aurélio.

 

De acordo com a Divisão de Comunicação da Polícia Civil (Divicom), as buscas continuam nos endereços onde as partes do corpo foram localizadas. A corporação tenta reconstituir a dinâmica do crime. A suspeita até o momento é de que este tenha sido um crime passional. Para a investigação a ex-namorada do vigilante não aceitava o fim do relacionamento e o fato de que Marcos Aurélio tivesse assumido, há poucos dias, um noivado com outra mulher. Ontem, o homem preso confessou o crime. A mulher segue presa.

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