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Correio Braziliense

Possível vítima de feminicídio do Sol Nascente tinha marcas no corpo

De acordo com o delegado Maurício Iacozzilli, a mulher pode ter sido morta por estrangulamento. Investigadores aguardam confirmação com laudo do IML


postado em 18/11/2019 13:23 / atualizado em 18/11/2019 16:17

Gláucia foi morta na noite de sexta-feira (15/11), em casa, na Chácara 2 do Sol Nascente. No outro dia, o principal suspeito, ex-companheiro dela, foi morto com um tiro(foto: PMDF/Divulgação)
Gláucia foi morta na noite de sexta-feira (15/11), em casa, na Chácara 2 do Sol Nascente. No outro dia, o principal suspeito, ex-companheiro dela, foi morto com um tiro (foto: PMDF/Divulgação)
Novos elementos sobre a morte de Gláucia Sotero da Silva, 45 anos, reforçam a tese de que ela foi vítima de feminicídio. Agentes da 23ª Delegacia de Polícia (P Sul) acreditam na hipótese, sobretudo, porque familiares da mulher são acusado de matar o ex-companheiro dela, Bruno Rodrigues Vidal, 30. 

Gláucia foi morta na noite de sexta-feira (15/11), em casa, na Chácara 2 do Sol Nascente. Na tarde de sábado (16/11), Bruno foi assassinado com um tiro na cabeça, na residência dele, na mesma cidade. Os suspeitos do segundo crime são um filho da mulher, de 20 anos, que está foragido, e o sobrinho dela, de 19, preso em flagrante.

Segundo o delegado Maurício Iacozzilli, adjunto da 23ª DP (Ceilândia), as primeiras informações sobre a morte de Gláucia apontavam para causas naturais. ''Contudo, quando o ex-companheiro apareceu morto, tudo mudou. Também conseguimos identificar que ela tinha marcas no pescoço, de um possível estrangulamento'', explica. 

Para confirmar a tese de que Gláucia foi sufocada até a morte, os investigadores aguardam o laudo cadavérico, feito pelo Instituto de Medicina Legal (IML). O resultado sai, no máximo, em 30 dias.

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