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Correio Braziliense

Velejador brasiliense conquista Campeonato Brasileiro de Windsurf

Marcello Morrone chegou em primeiro em 8 de 9 regatas disputadas na competição


postado em 18/11/2019 18:33

Morrone foi campeão na categoria foil(foto: Arquivo Pessoal)
Morrone foi campeão na categoria foil (foto: Arquivo Pessoal)
O velejador brasiliense Marcello Morrone conquistou, no último final de semana, em Maceió, o Campeonato Brasileiro de Windsurf, na categoria foil. Na competição, o atleta de Brasília superou Bimba, velejador que representou o Brasil nas Olimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016.

Morrone treina nas águas do Lago Paranoá e conta que se preparou bastante na capital para competir em Maceió. "Foi um evento para o qual me preparei muito durante o ano. Desde que cheguei do Sul-Americano, em maio, quando terminei na terceira colocação, vi que tinha chance de ir bem no Brasileiro", conta o atleta ao Correio.

Foram 9 regatas disputadas em 3 dias de competição e Morrone chegou na frente em oito delas. Na segunda colocação, ficou o velejador de São Paulo, Lucas Trindade e, em terceiro, o representante olímpico brasileiro na Rio 2016, Ricardo Winick (Bimba). O campeonato foi disputado já com as pranchas de Windfoil, que acabou de ser escolhida como a modalidade olímpica para os jogos de Paris, em 2024.

Outros velejadores da cidade também competiram no Brasileiro. Celso Neto terminou em quarto geral e Roberto Esteves também estava sempre no pelotão da frente. Os dois terminaram regatas entre os 3 primeiros. "Se tivessem tido mais constância, poderíamos inclusive ter um pódio com mais gente daqui do DF", afirma Morrone. 

Entenda o windfoil 

Escolhido pela World Sailing para as Olimpíadas de Paris em 2024, o windfoil é que a quilha da prancha tem o formato de asas e a prancha literalmente navega no ar. 

"O equipamento é mais eficiente que o windsurf convencional e, por isso, velejar de windsurf em Brasília passa a ser tão viável quanto no litoral e o que poderia ser uma desvantagem para os velejadores daqui, que é o vento inconstante, passa a ser um detalhe a mais para nos deixar mais técnicos e mais atentos às táticas de regata", conta o atleta de Brasília. 

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