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Correio Braziliense

Projeto quer transformar Brasília no maior orquidário aberto do mundo

Inciativa recebeu apoio da Embaixada da Itália nesta quinta-feira (12/12). Ao todo, 25 mil mudas já foram plantadas


postado em 12/12/2019 21:01 / atualizado em 12/12/2019 21:03

500 mudas serão plantadas na Embaixada da Itália. Na foto, o embaixador Antonio Bernardini(foto: Embaixada da Itália / Divulgação)
500 mudas serão plantadas na Embaixada da Itália. Na foto, o embaixador Antonio Bernardini (foto: Embaixada da Itália / Divulgação)
A Embaixada da Itália fechou parceria nesta quinta-feira (12/12) com o projeto Brasília Capital das Orquídeas, do Orquidário Brasília, que pretende transformar a capital federal no maior orquidário a céu aberto do mundo. Ao todo já foram plantadas 25 mil mudas pelo Distrito Federal. 

A iniciativa tem três vertentes: Turismo mais florido, com o fomento ao socioambiental; Educação mais florida, com foco na educação ambiental; e Saúde mais florida, que levará orquídeas para hospitais e institutos de saúde. A equipe já plantou orquídeas em diversos lugares, como quadras do Plano Piloto, aeroporto e hospitais

"Brasília tem um grande número de colecionadores de orquídeas. Queremos incentivar esse tipo de turismo florido e mostrar que Brasília não é só política. O objetivo é mobilizar as pessoas ao cultivo. Toda quadra tem seu jardim, queremos que as pessoa venham cuidar das flores”, ressalta o orquidófilo João Bosco Mendonça Teles, responsável pelo projeto Capital das Orquídeas. 

Na Embaixada da Itália, foram plantadas 500 mudas da flor. "O prédio da embaixada é muito visitado por turistas, pela arquitetura contemporânea, e, agora, com a beleza das flores. Nós esperamos que essa iniciativa seja adotada também por outras embaixadas", destacou o embaixador Antonio Bernardini

Embaixada verde

Desde 2010, a Embaixada da Itália em Brasília promove o projeto Ambasciata Verde, que tem como o objetivo de fomentar o uso de tecnologias sustentáveis para produção de energia e para reutilização das águas residuais. No teto do prédio foi instalado um sistema fotovoltaico composto por 405 painéis. A energia produzida supre 50% da demanda energética total do edifício.

Nos jardins, ainda há um sistema de fitodepuração das águas residuais, que absorve substâncias orgânicas por parte das plantas selecionadas, devolvendo uma água de qualidade que pode ser usada para a irrigação das plantas. 

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