Correio Braziliense
postado em 01/01/2020 04:17

Brazlândia
Assalto à luz do dia
Caio Orlandi, 32 anos, reclamou do aumento da violência na cidade de Brazlândia. “Eu moro em uma das regiões mais tranquilas da cidade, que é o Setor Tradicional, e quase nunca acontece algo relacionado ao crime. Porém, esses dias assaltaram a casa da minha vizinha em plena luz do dia e ninguém viu nada. A vizinhança inteira está assustada agora”, disse. “É muito triste que esteja assim. Aqui já foi bem mais seguro. Depois desse acontecimento, eu não me sinto mais protegido”, acrescentou.
» A PMDF informou que a unidade policial militar responsável por Brazlândia é o 16º Batalhão, que emprega o policiamento diário diuturnamente. Conta, ainda, com o apoio do policiamento tático, especializado e rural. Além desse efetivo, ainda há a utilização de serviço voluntário em que os policiais em seus horários de folga complementam a capacidade operacional do batalhão. A corporação acrescentou que os índices são baixos se comparados aos de cidades com um número de moradores parecido. Em 2019, houve apenas um chamado para roubo em residência em Brazlândia.
Ceilândia
Falta de atendimento
Nathálya de Castro, 21 anos, reclamou da falta de atendimento nos postos de saúde de Ceilândia. Quando estava grávida, a jovem se dirigiu ao Centro de Saúde nº 3 para realizar um pré-natal. No entanto, o local estava sobrecarregado com os pacientes das quadras QNM 5, 6, 7, 8, 9, 10, 21, 22, 23, 24, 26, 33 e 34. “Mudavam a data sempre que eu retornava, fui três semanas seguidas e nada. Me informaram na última tentativa que, para fazer o exame, eu precisava assistir a uma palestra com um dos enfermeiros, mas ele não compareceu durante todo mês. Senti que estava sendo tratada com descaso, talvez fosse resultado da sobrecarga, mas ainda não acho justo”, relatou.
» A Secretaria de Saúde informou que a Unidade Básica de Saúde 3 de Ceilândia conta com seis equipes de Estratégia Saúde da Família. As equipes estão organizadas para acolhimento prioritário para gestantes e crianças. Segundo a pasta, a usuária em questão já finalizou o acompanhamento pré-natal e, neste momento, consta em seu cadastro que a criança nasceu há quatro meses. A secretaria orientou a leitora a procurar a Ouvidoria da Saúde, no número 160, para mais informações.
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