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Correio Braziliense

Escolas públicas estão proibidas de servir alimentos embutidos nas merendas

Lei publicada nesta segunda-feira (6/1) no Diário Oficial do Distrito Federal prevê o consumo de ingredientes como salsicha, mortadela, presunto e linguiça como de alto risco para a saúde


postado em 06/01/2020 22:38 / atualizado em 06/01/2020 23:38

A decisão tem validade imediata(foto: Oswaldo Reis/Esp. CB/D.A Press)
A decisão tem validade imediata (foto: Oswaldo Reis/Esp. CB/D.A Press)
A partir desta segunda-feira (6/1), os alimentos embutidos de origem animal, como salsicha, mortadela, linguiça e presunto estão oficialmente proibidos no cardápio da merenda escolar servida aos alunos da rede pública de ensino e instituições conveniadas à Secretaria de Educação do DF (SEEDF). A decisão foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda e tem validade imediata. 
 
O projeto de lei, de autoria do deputado distrital Reginaldo Sardinha (Avante), propõe uma alimentação mais saudável aos estudantes. Segundo o distrital, a retirada de tais ingredientes na refeição das escolas é uma forma de cuidar da alimentação dos alunos. “As pessoas não estão preocupadas com o que está sendo servido diariamente para as nossas crianças. Os embutidos, por sua vez, são alimentos agressivos e até mesmo nocivos à saúde de todos”, explicou Sardinha. 
 
A decisão publicada no DODF esclarece ainda que compete ao poder público fazer “ampla campanha entre professores, alunos e seus familiares e demais funcionários dos estabelecimentos de ensino, com a finalidade de alertar para os males à saúde das crianças proporcionados pelo consumo de alimentos embutidos.”

Riscos

 
A Secretaria de Educação garantiu que não utiliza alimentos embutidos na merenda escolar desde o ano letivo de 2010. Segundo o órgão, a prática visa eliminar do cardápio das unidades escolares itens como salsicha, mortadela, linguiça e outros produtos industrializados, dando preferência a utilização de ingredientes naturais ou minimamente processados.

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