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Correio Braziliense

Vigilante do CRAS de Sobradinho é agredido por homem que tentou atendimento

A vítima foi atingida com uma faca no ombro e encaminhada ao Hospital Regional de Sobradinho, mas passa bem. Agressor foi detido


postado em 16/01/2020 16:12 / atualizado em 16/01/2020 19:42

(foto: Geovana Oliveira/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Geovana Oliveira/Esp. CB/D.A Press)
Um vigilante do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Sobradinho foi esfaqueado por um homem que tentou atendimento no local, por volta das 11h desta quinta-feira (16/1). A vítima foi socorrida, encaminhada ao Hospital Regional de Sobradinho e passa bem. O autor da agressão foi detido em um local próximo ao do crime, com a arma usada.

O caso é investigado pela 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho). A delegada Agatha Natasha, responsável pelo caso, explicou que o ferimento foi superficial e que, por isso, o suspeito foi autuado por lesão corporal. “A PMDF realizou a prisão, o encaminhou para a delegacia e ele já está sob custódia. Não temos informações ainda se ele já cometeu outros crimes”, aponta.

Cleiton Avelar, presidente do Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural disse que o indivíduo que efetuou o golpe de faca havia ido ontem (15/1) à unidade do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), também localizada em Sobradinho, em busca de atendimento: “Ele teve um benefício negado e ficou enfurecido, tentou agredir a servidora que estava lhe atendendo e foi impedido pelo restante da equipe”. Por esse motivo, as equipes que trabalham na região já estavam cientes do risco oferecido pelo indivíduo. 

Menos de 24h depois, nesta quinta, por volta das 11h, o agressor foi armado à unidade do CRAS e, ao ser impedido de entrar, atacou o vigilante, que foi atingido por uma facada no ombro. 
 
Cleiton Avelar afirmou que os funcionários dos Centros de Referência de Assistência Social do DF são constantes vítimas de agressões e ameaças. “A maioria das unidades tem apenas dois vigilantes e está cada vez mais difícil trabalhar.” 
 
*Estagiária sob supervisão de Fernando Jordão 





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