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Correio Braziliense

Familiares se despedem de criança de 2 anos assassinada em Vicente Pires

Crime aconteceu na Colônia Agrícola Samambaia, na madrugada de quinta-feira (13/2), mas corpo é velado na cidade goiana, onde Júlia Felix nasceu


postado em 14/02/2020 08:37 / atualizado em 14/02/2020 09:19

A cidade goiana onde Júlia nasceu e Laryssa morava ficou em choque com a morte, mas o velório foi mais reservado para pessoas próximas(foto: Ed Alves/CB/ DA Press)
A cidade goiana onde Júlia nasceu e Laryssa morava ficou em choque com a morte, mas o velório foi mais reservado para pessoas próximas (foto: Ed Alves/CB/ DA Press)
Dezenas de pessoas se reuniram na manhã desta sexta-feira (14/2) no Cemitério de Padre Bernardo (GO) para o velório de Júlia Felix, criança de 2 anos e 3 meses assassinada na Colônia Agrícola de Samambaia. O crime aconteceu na última quinta-feira (13/2) e a mãe de Júlia, Laryssa Yasmin Pires, 21, está presa, suspeita de desferir duas facadas contra a bebê. A cerimônia teve início às 8h e gerou grande comoção de parentes e conhecidos da família.

A cidade goiana onde Júlia nasceu e Laryssa morava ficou em choque com a morte, mas o velório foi mais reservado para pessoas próximas. A avó materna da criança não teve forças para falar e foi acolhida com abraços de conhecidos. A chegada do caixão branco deixou muitos presentes incrédulos e alguns não conseguiram permanecer dentro da capela onde ele foi colocado.

Júlia Felix, 2 anos, foi morta a facadas na última quinta-feira (13/2). A mãe dela, Laryssa Yasmin Pires, 21, está presa, como principal suspeita do crime(foto: Reprodução/Instagram)
Júlia Felix, 2 anos, foi morta a facadas na última quinta-feira (13/2). A mãe dela, Laryssa Yasmin Pires, 21, está presa, como principal suspeita do crime (foto: Reprodução/Instagram)
Linda das Graças, 61, esteve presente e contou não acreditar no que Laryssa é suspeita de fazer. A aposentada diz que o irmão era casado com a mãe da jovem, então teve muita proximidade com a acusada. "Ela (Laryssa) foi criada dentro de casa, dentro da família. Não esperávamos que isso fosse ocorrer. Ela não tinha essa atitude. Agora, a mãe dela perdeu a neta e a filha está presa. É uma perda muito grande", avalia. 

A cerimônia também foi marcada por canções evangélicas, religião das famílias da mãe e do pai da pequena Júlia. Em meio às músicas, a pastora Tany Vasconcelos, da Igreja Plenitude de Graça, pediu um momento para consolar a família, que está muito abalada.

"Nós sabemos que a dor é muito grande, mas também sabemos que Deus é nosso consolo. Quero dizer obrigada ao nosso criador, pois Deus deu um presente muito especial para essa família. Mas Deus quis de volta. Então, peço para que Deus console o coração dessa família, que está em um momento de tanta dor", lamentou.

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