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Correio Braziliense

Ambiente e economia devem caminhar juntos, defende Eduardo Pedrosa

Deputado distrital acredita que DF tem grande potencial de desenvolvimento econômico inclusive na utilização de energias limpas, como a solar


postado em 17/02/2020 15:16 / atualizado em 17/02/2020 15:19

Presidente da Comissão de Desenvolvimento Sustentável, Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente e Turismo, deputado busca incentivar, por exemplo, uso de energia solar no DF(foto: Reprodução)
Presidente da Comissão de Desenvolvimento Sustentável, Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente e Turismo, deputado busca incentivar, por exemplo, uso de energia solar no DF (foto: Reprodução)
É possível ter um Estado com pleno desenvolvimento econômico sem que as pautas do meio ambiente sejam deixadas de lado. É nisso que acredita Eduardo Pedrosa, deputado distrital (PTC), que comentou sobre este e outros assuntos da Câmara Legislativa no CB.Poder — parceria do Correio com a TV Brasília

"Vou dar um exemplo. Estive lá no aterro e vi que o gás metano é basicamente eliminado. Em vários estados no país e no mundo, a gente está vendo que o gás está sendo usado para gerar energia e ajudar a desenvolver mercados que antes não existiam. São empregos que são gerados em torno disso", detalhou o deputado. 

Para Pedrosa, que é presidente da Comissão de Desenvolvimento Sustentável, Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente e Turismo, o DF tem grande capacidade de crescimento inclusive utilizando energias limpas. "Hoje, dinheiro está sendo desperdiçado. Dá para ter uma eficiência muito maior do Estado, gerando emprego, renda, diante de uma pauta positiva, sem prejudicar o meio ambiente", avalia.

Algumas das propostas que se encaixam neste sentido são aquelas que incentivam o uso de energia solar. Uma proposição do parlamentar concede isenção de ICMS à microgeração e à minigeração desse meio. "Estamos trabalhando em cima de um projeto para que, nas áreas rurais, os pequenos produtores possam gerar energia e a gente use recursos para que os prédios públicos possam comprar essa energia de quem está lá na ponta e, provavelmente, estaria desempregado, sem renda", exemplifica. 
 
Confira a entrevista na íntegra:
 
 

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