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Correio Braziliense

Bloco Maria Vai Casoutras é última atração do dia em festa na Funarte

Festa começou com banda de percussão homônima e atraiu os foliões para a frente do palco, logo após desfile do Galinho de Brasília


postado em 22/02/2020 21:29 / atualizado em 22/02/2020 22:48

Formado por mulheres, o grupo Maria Vai Casoutras animou o show(foto: Rafael Facundo/Divulgação)
Formado por mulheres, o grupo Maria Vai Casoutras animou o show (foto: Rafael Facundo/Divulgação)
A folia no Complexo Cultural da Funarte segue até a meia-noite deste domingo (23/2). Depois de o Galinho desfilar pelo Eixo Monumental e voltar ao ponto de partida, foi a vez de o Maria Vai Casoutras comandar a festa. Por volta das 17h30, a banda de percussão que dá nome ao bloco se apresentou e fez os foliões dançarem ao som de clássicos do axé.

Para sair de um bloco e entrar na área do show, o público passou por revista de policiais militares. Depois das 17h, as famílias na folia diminuíram e os grupos compostos por jovens predominaram. O público fez questão de se aglomerar para conseguir um lugar em frente ao palco. O último show começou às 22h40.

Os amigos Yago Rodrigues, 28 anos, Yasmim Gleiceli, 19, Daniela Costa, 27, e Pedro Henrique Marinho, 22 não conseguiram chegar a tempo para o Galinho, mas não deixaram isso atrapalhar a festa. 

Yago decidiu se fantasiar como o personagem Mario, da série de jogos de videogame Mario Bros, porque o jogo marcou a infância do jovem goiano. Enquanto isso, os amigos dele apostaram no improviso com o que tinham em casa.

O grupo conta que adora o carnaval de Brasília e que pretende ficar até o fim da festa deste sábado (22/2). “Eu amo. É a quarta vez que venho e não entendo como o pessoal sai daqui para outras cidades com uma festa tão boa dessas”, elogiou Yago.

Com o início do show, muita gente migrou para último bloco do dia na Funarte. Os estudantes Túlio Maia, 28, e Thaís Ribeiro, 27, são assíduos na folia de Brasília. Neste ano, os amigos do casal não quiseram acompanhar os dois, mas isso não impediu que o casal deixasse de aproveitar. 

Apesar de curtirem a festa, eles reclamaram da violência que tem tomado a cidade. Vestidos, de improviso, como mãe e pai natureza, Thaís e Túlio lamentaram o cancelamento de blocos tradicionais, como o Divinas Tetas e o Babydoll de Nylon. “Ficou mais fraco. Deixou este ano mais desanimado”, comentou o jovem.

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