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Correio Braziliense

Estudo avaliará proliferação de capivaras no Distrito Federal

De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), a análise serve para proteger a espécie e também os seres humanos


postado em 16/05/2020 11:42

A análise deve ficar pronta em um ano(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
A análise deve ficar pronta em um ano (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) conduzirá um estudo inédito no Brasil sobre o modo de vida das capivaras e os impactos da presença do animal ao longo do perímetro do Lago Paranoá. O projeto Capivaras – Identificação e Monitoramento da População de Capivaras no Lago Paranoá será realizado em parceria com especialistas da  espécie e de instituições como a Embrapa, a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Católica de Brasília (UCB). O prazo de execução é de doze meses. 
 
De acordo com a Sema, a ideia é proteger a espécie e também os seres humanos. A pasta vai avaliar se a presença dos animais a 80 quilômetros da orla do Lago Paranoá é nociva ou não aos moradores. Além disso, a pesquisa vai monitorar se houve crescimento da quantidade de capivaras e onde mais acontece. 
 
Pesquisadores do projeto também frisam que a presença dos animais gera receio nos moradores do Distrito Federal. A iniciativa também tem foco na saúde pública e visa evitar ações extremas, como a castração ou assassinato dos mamíferos por parte da população. 
 
Ao todo serão dez metas a serem cumprimdas. Inicialmente, os estudiosos vão estimar o tamanho e variação da população na orla do Lago Paranoá. Em seguida, vão identificar a preferência de grupos dos animais, associando com o tipo de cobertura do solo; avaliar se há migração de grupos para outras regiões; verificar áreas com maior incidência de carrapato e checar a necessidade de um manejo de vetores; produzir um marco de zoonoses do trato intestinal para a espécie de capivara, identificando o risco e permitindo o plano de monitoramento da espécie.
 
Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema).  

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